O presidente Bolsonaro está certo!

                                                                                                                                  Autor: Fah San

Para quem diz: O presidente Bolsonaro está certo, e devemos respeitar a sua autonomia de presidente, ao querer cortar parte da verba nas ciências humanas.

Primeiramente, risadas, pois a risada é necessária as vezes quando a situação é constrangedora demais.

O problema queridos é que as universidades tem a sua autonomia, e recebe este nome de universidade exatamente por disponibilizar aos seus estudantes uma visão interdisciplinar, caso contrário não seria universidade. Ele informa que deseja investir na área de medicina, o que é a bioética se não uma abordagem da ética aplicada, a qual os estudantes de medicina deve estudar, o que seria o direito, se não fosse a sociologia e a filosofia.

O problema está posto, exatamente porque os nossos atuais governantes não entende, nem a sociologia e nem filosofia. E se o nosso presidente entendesse não falaria tanta grosseria, pelo contrário, teria até mesmo maior cuidado com as suas palavras, pois entenderia o que é a filosofia e sociologia, e também algo chamado de lógica, coisa que lhe falta.

E para finalizar quem votou ou não em Bolsonaro deve exigir e pressionar, afinal de contas cidadania não é apenas votar, é também acompanhar o político, sendo quem você votou, ou não, para que as decisões sejam tomadas de forma responsável.

 

 

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BOZO AGRIDE!

Autor: Fah San

Muito contraditório, para o Bozo, família “tradicional” é bíblia em uma mão e arma na outra!

Se estivesse interessado em defender a família ele não teria sido omisso no caso Evaldo, que foi morto com 80 tiros, caso digno de revolta, mas ele prefere ficar desviando a atenção da população, que não presta a atenção nos absurdos, digno de um espetáculo de horror.

A Filosofia e a Sociologia, cada uma com a sua metodologia própria, poderia nos ajudar a entender melhor o que acontece, chama a atenção que elas são descreditadas pelo Governo, desgovernado.

O descaso com as Ciências Humanas e Aplicadas, rebaixada pelo governo -penso eu – a conversa boêmia, demonstra o quanto desprezam os conhecimentos que possibilitam o senso crítico, e que possibilita a atividade reflexiva. Para o Ministro da Educação Abraham Weintraub, principalmente, a filosofia e a sociologia não merece o investimento público, Bolsonaro diz que não tem retorno ao contribuinte, e acha justo que isso ocorra.

O caso do desinvestimento e do impedimento da campanha publicitária do BB demonstra intolerância a tudo que não está em conformidade com aquilo que pensa, pois tem uma mentalidade autoritária e fascistoide, demonstrada também quando o Exército Brasileiro assassina um pai de família e trabalhador, que estava indo para um chá de bebê, e o presidente pronuncia-se depois de uma semana, tratando o caso como um incidente, quando a palavra certa é execução, assim como, a tentativa de assassinato do o estudo e da pesquisa em filosofia e sociologia, e o perseguição à liberdade de expressão, a nossa democracia está sendo assassinada a cada dia.

Espero que as pessoas acordem em quando há tempo!

 

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ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS

                                                      Por Fah San

[Reflexão do problema do não ativismo e potencialização das redes sociais]

 

Estamos cercados de mídias sociais, sites e interações on-line; tendo uma maior quantidade de acesso as informações; a qualidade do que temos hoje é comparável ao que tínhamos anteriormente, porém presenciamos uma maior mitigação das informações produzidas, assim como maior dificuldade de apreensão de conceitos e verticalização opinativa.

Quando a expresso incluindo e nomeando a verticalização opinativa estou à escrevendo pensando no correlacionamento entre a informação a qual é consumida e  como à interpreto podendo assim ter um intendimento do que é recebido e assim poder apresentar um juízo, podendo assim engajar-me (se for o caso), para poder modificar  “aspectos” sociais ou particulares.

É inevitável e inegável a importâncias das mídias sociais na vida das pessoas, devido a facilidade de comunicação a qual é possível haver, sendo o agente não apenas um consumidor passivo, que seria traduzido por um receptáculo consumista, mas alguém que também pode divulgar informações, trazer informações e se engajar em determinados aspectos,  coisa a qual era intangível antes da virada do milênio,  hoje podemos optar por receber informações por parte das mídias alternativas; o que trás um pouco de desconfiança é o papel a qual determinadas mídias sociais tem nas nossas vidas, e como podemos utiliza-las com relevância social.

O facebook é um bom exemplo de tudo a qual foi dito. Todas as pessoas tem a oportunidade de ter acesso “gratuitamente” como usuário desta rede social, e obviamente ao conteúdo a qual é produzido nela e na maioria das vezes as pessoas fazem o uso desta rede social de forma discutível, por exemplo, uma grande quantidade optam por expor a sua vida pessoal  de forma irrestrita , sem qualquer afunilamento do que postar, ainda dentro do campo pessoal, tem pessoas que constroem um outro eu, e que nada tem haver com a sua realidade, fazendo da sua página pessoal apenas simulacro da sua realidade;  ou ainda os que fazem parte de grupos políticos e sem profundidade, apresentando uma polifonia dessincronizada,  a qual “gritam” por diversas causas, e dentro de uma mesma pauta é mostrado que não há uma busca pela verdade ou mais próximo dela, configurando assim algo que Márcia Tiburi no seu livro O Ridículo Político chamou de vergonha alheia, conceito a qual é relacionado quando o indivíduo sente vergonha pela outra pessoa, devido a situação ser constrangedora o suficiente para  que o acontecimento possa passar a não ser tida como cômica – que seria uma situação a qual haveria realmente um estado de humor, sendo este crítico, questionador e revelador – e sim ridícula – quando a pessoa não percebe que a atitude dela é tão ridícula que trava o riso, neste aspectos podemos situar publicações a qual revela uma tiração de sarro coletiva.

A população revoltada contra os algozes políticos, fazendo da situação uma violência indireta contra pessoas a qual são responsáveis pelo poder público e judicial, sendo a atitude contraditória, um circo de horrores, uma vez que os algozes  da vez  passam a ser aqueles que fazem o uso da rede social sem nenhuma intenção que não seja proliferar ódio. O fato de situações como está ser totalmente abjeta aponta para um aspecto que deve ser pensado, pois tira toda e qualquer potencialidade de discussão a aprofundamento da criticidade que todos buscam a todo momento, criando fragmentos que não tem força de modificação.

Os fato dos exemplos citados acima podem ser aplicados não só ao facebook, como a outras redes sociais, são causas de um costume enraizado na pós- modernidade, correlacionado a irracionalidade dos indivíduo  que não pensa sobre a forma a qual se relacionam com os mecanismos para comunicação, pois estes poderiam ser potencializados, saindo de assuntos estritos, exposição da vida pessoal e de opiniões pessoais, para um campo de carácter universal; não apenas trata de um problema a qual temos em relação ao excesso de informação, mas como podemos nos tornar verdadeiramente ativista em relação ao que surgi, e para isso devemos sermos mais cuidadosos com o que é recebido de informação, o que realmente vou propagar e em que vou tomar frente com uma atitude ativista.

 

[…] Com o espaço cibernético temos uma ferramenta de comunicação muito diferente da mídia clássica, porque é nesse espaço que todas as mensagens se tornam interativas, ganham uma plasticidade e têm uma possibilidade de metamorfose imediata. E aí, a partir do momento que se tem o acesso a isso, cada pessoa pode se tornar uma emissora, o que obviamente não é o caso de uma mídia como a imprensa ou a televisão. Então, daria para a gente fazer uma tipologia rápida dos dispositivos de comunicação onde há um tipo em que não há interatividade porque tem um centro emissor e uma multiplicidade de receptores. Esse primeiro dispositivo chama-se Um e Todo.
Uma outra versão é o tipo Um e Um, que não tem uma emergência do coletivo da comunicação, como é o caso do telefone. O espaço cibernético introduz o terceiro tipo, com um novo tipo de interação que a gente poderia chamar de Todos e Todos, que é a emergência de uma inteligência coletiva.
Fonte: Palestra realizada no Festival Usina de Arte e Cultura, promovido pela

 

O filosofo Pierre Levy fala do noção de ciberespaço e cibercultura, sendo o Cibercultura “o conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”; sendo o ciberespaço uma categoria nova da nossa atualidade, a qual é ampliado os fatores comunicativos de um e um, um e todos, e todos e todos; devido ao advento da tecnologia que possibilita a criação de costumes ao possibilitar a presença incorporal das pessoas em discussões, democratizando a forma de comunicação, é de essencial importância refletirmos na qualidade dessa comunicação em rede, pois tendo está uma relação cada mais estrita com a nossa realidade, podemos potencializar nossas ações diante do mundo, sendo a questão a qual fica abordada aqui, é de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar  o ativismo de transformação pessoal e social?

 

Referências:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

TIBURIM, Marcia. O Ridículo Político. Rio de Janeiro: Editora Record, 2017.