Compartilhando o que tem na rede: A mulher que decidiu enfrentar um câncer agressivo sem tratamento

 

 

Este vídeo trás uma importante reflexão sobre a finitude da vida; afinal de contas quantas vezes paramos para pensar em relação ao aproveitamento a qual temos em relação as nossas vivências e experiências.

 

Muitas vezes desprezamos as possibilidades, a qual a vida nos possibilitam; afinal de contas uma pessoa que vive mais é sinônimo que vive melhor?

Como podemos caracterizar está satisfação pelo bem viver?

A felicidade é possível, ela tem limites ou é só uma ilusão?

Afinal de contas buscamos por uma espécie de ataraxia (suspensão do juízo, sem julgamento ou decisão por posições), ou viver intensamente (sem julgamento das emoções, deixando fluir naturalmente), ou ainda, vivermos guiados pela nossa razão?

 

[FAH SAN]

Gostaria somente de realizar estas provocações vamos ao vídeo:

 

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NEGLIGÊNCIA NA “DEMOCRACIA”.

Destaque

 

TEMER E A SUA CORJA; E A NEGLIGÊNCIA DO DIREITO DEMOCRÁTICO DO BRASILEIRO.

Assistimos sentados em nossos sofás aflitos e perplexizados mais sem coragem para reagir de fato e consistentemente ao desmantelamento da consciência política, estamos inserido em uma democracia, assistindo a um jogo de interesses “oligárquicos” que fere cada vez mais a nossa forma de ver positivamente o regime democrático e que elimina o sentido de tal regime.

Temos atualmente no poder do governo brasileiro uma síntese do que poderíamos chamar tranquilamente de governo tirânico que mina aos poucos o gosto dos brasileiros por políticos; governo que estar no poder ilegitimamente e que desde então se segura como pode ao poder que lhe fora conferido.

Temer é um dos políticos mais dignos de pena a qual assistimos abraçar a sua cadeira no Palácio do Planalto como uma criança que acha um brinquedo e não quer largar, mesmo sabendo que não é dela; este é Temer que com 95 % de impopularidade, sendo assim o político a dirigir a republica com maior rejeição de todos os tempos; como fala a  filosofa Márcia Tiburi, “qualquer um que tem consciência, estaria depressivo ou ainda muito mal por conta disso”, mas não Temer que deseja continua no cargo, todos diz não mas Temer diz sim.

Temer vive e sobrevive de uma política de esfacelamento; vendendo o país a seu benefício; tudo para não sair do cargo, tudo para agradar as bancadas; enquanto os que o apoiam ganham com isso esse se mantém no poder, quando Temer não conseguir mais agradar a todos os outros partidos interesseiros que deixam ele aonde estar para conseguir vantagens privilegiadas, Temer cairá se esfacelando da forma que deve ser.

Pode e deve ser perguntado se um governo que está ilegitimamente no poder tem envergadura para realização de tantas reformas que interferem no dia a dia dos cidadãos; como é o caso, por exemplo, da reforma do ensino médio, a reforma trabalhista e da previdência social e até o conceito do que seria trabalho escravo, o que deixa o governo de Temer bem perto do que poderíamos chamar de piada política.

É do senso comum no Brasil ao pensarmos em política esquecermos da nossa responsabilidade quanto pessoas autônomas que mesmo dentro de espectros autoritários ainda temos a responsabilidade de escolha que permita a mudança dos aspectos sociais a qual estamos inseridos.

Esquecemos da autoridade a qual nos foi dada pela geração anterior que nos permite mudar a sociedade a qual estamos inseridos, sendo a liberdade de escolha a maior responsabilidade a qual podemos ter, sendo ela – a responsabilidade – entregue nas mãos de políticos  putrefatos que agem no poder angariando vantagens para si, e usando do bem público como bem privado.

A liberdade, a qual em tese temos, exige responsabilidade a qual é sempre negligenciada a cada nova eleição, não estabelecendo o nosso pensamento de forma a aprofundar as perspectivas de uma alteração a qual devemos e está atrasada que se faça. Nós procrastinamos o nosso dever como cidadãos, seres racionais, e por isso políticos, e responsáveis pelo mundo a qual nós queremos e temos em vista.

A cada duas translações, o ambiente fica cada vez mais escuro, a aparência é que estamos seguindo cada vez mais para o fundo da caverna; pensar em um futuro benevolente para todos, e por isso igualitário e solidário, não é simplesmente uma utopia e sim um ativismo para assim poder atingir a potencialidade que está escondida dentro do foço a qual nos metemos.

                                                               POR FAH SAN

No vídeo abaixo a filosofa Márcia Tiburi em entrevista a Cláudio Prado fala sobre um Brasil utópico do futuro; e fica a partir daí uma pergunta, qual mundo queremos criar?  Está é uma questão que deveríamos levar mais a sério!

INFORMAÇÕES DA POSTAGEM:

IMAGEM EM DESTAQUE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/fora-temer-por-latuff/

 

HÁ LIBERDADE 2º SARTRE * FAH SAN

Destaque

 

 

 

A filosofia existencial do Francês Jean Paul-Sartre (1905-1980)  teve muita influência na França a qual foi saturada pela Segunda Guerra Mundial, sendo a filosofia existencial de Sartre conceitualizada na ideia de liberdade, ideia está levada ao extremo do que podemos chamar de liberdade.

Sartre foi muito provavelmente o filosofo que em vida conseguiu atrair mais atenção, podendo transforma em vida a sua filosofia em uma verdadeira manifestação cultural ascendente na França.

Para Sartre tudo que tem existência, exceto o ser humano, é irracional,  assim  estão presos a sua própria existência, dentro da sua funcionalidade, não podendo deliberar.

 

Sobre a mesa de jacarandá, há  uma carta fechada. Apanho, na gaveta, uma faquinha para abrir envelopes – corta – papel é o termo exato. Este corta-papel, especificamente é herança de minha avó; o cabo é adornado por uma excêntrica, mas perturbadoramente  verossímil cabecinha de cachorro. A lâmina é cega, exceto pela ponta, que se afina em ânulo abrupto. Tudo nesse objeto (exceto a efígie canina) serve a uma função clara: abrir papéis. Introduzo a ponta da lâmina na fresta da pala, faço um movimento seco e rápido com a mão. Excelente, essa faquinha. Não sei quem produziu, mas o sujeito sabia o que estava fazendo.

José Francisco Botelho (Livro: A Odisseia da Filosofia; Uma breve história do pensamento ocidental; Editora Super Interessante) 

 

No texto citado acima, o objeto do corta – papeis, foi feito para uma finalidade; sendo ele criado racionalmente pelo homem, sendo este um objeto que a essência precede a existência, pois a finalidade dele é clara.

Devido a ausência de racionalidade dos animais, eles são presos dentro das possibilidades que lhes são colocadas, então eles apenas existem. Um animal não cria a sua individualização, segue o instinto, que lhe é próprio; o que não é o caso do homem, pois embora com limitações tem a liberdade de realizar, da sua existência, o que quiser.

A importância da sua filosofia está exatamente na radicalização do humano, tendo como princípio o próprio ser humano e nada além, tirando assim a responsabilidade da divinização da natureza – como é de praxe na filosofia antiga – e também do divino no sentido religioso; por este motivo primeiro existimos, e somente posteriormente nós construirmos a nós mesmos.

 

 

”Primeiramente, o homem existe, se descobre, surge no mundo e só depois se define”. 

Jean Paul-Sartre

 

 

Segundo Sartre todo homem está condenado a ser livre, tendo ao seu dispor o poder de escolha para o que deseja realizar, uma vez que a existência do homem vem antes de qualquer coisa, podendo assim ser responsável pela sua realidade.

Para Sartre você é aquilo que você faz, ou seja, são as suas atitudes que irão definir a sua identidade; são as suas decisões que vem após a existência que define quem você é; sendo assim, eu existo primeiro e posteriormente defino qual será a minha essência, pois se não há deus antes que definiu quem é a pessoa que sou, que pré-estabeleceu uma série de regras, definindo assim, anteriormente qual seria a minha essência, então, eu existo antes de qualquer coisa, e eu posso definir qual será a minha história.

 

 

“Quanto aos homens não é o que eles são que me interessa , mas o que eles podem se tornar”  

Jean Paul-Sartre

 

 

Há em Sartre uma liberdade criada dentro de uma individualidade que é posta dentro de uma radicalização extrema, assim também o tempo ganha uma nova significação, uma vez que se há está liberdade extrema então cada ser humano, em cada época a qual vive tem a liberdade de ser quem ele quiser, e fazer a sociedade a qual ele deseja; sendo assim podemos dizer que este é um ponto de convergência entre a individualidade e coletivo; trazendo assim para dentro desta filosofia aquela a qual é o seu maior problema, a angústia.

A angustia é gerada devido a esta extrema liberdade a qual o ser humano tem;  livre de qualquer superioridade divina a qual pode lhe instrui por meio de regras, definindo assim a sua vida; o homem sapiens sapiens (o homem sabe que sabe)  fica perdido diante das possibilidades de escolha, podemos escolhermos, ser o que quisermos ser, e temos que nos responsabilizarmos por nossas ações, caso contrário usaremos de má fé.

A má fé em Sartre é quando a pessoa se exime da responsabilidade dos seus atos; como o ser humano é livre então ele deve escolher o que ele quer para ele e também deve assumir as suas responsabilidades diante do mundo.

O homem é totalmente responsável por si mesmo, por sua história e consequentemente pela história dos outros que estão a sua volta; sendo assim a minha ação é livre e tem que representar aquilo que afirmo no mundo como válido, tendo a ciência que as minhas escolhas irão interferir em vidas alheias a minha.

 

 

 “E como se a humanidade jogasse os holofotes sobre você, esperando que você haja, para saber quem ela é, pois o que é o homem? O homem não é nada além do que faz; o que há  é uma sempre renovada definição de homem a partir da vida de todos os homens”

Jean Paul-Sartre

 

 

A filosofia de Sartre nos coloca frente as nossas escolhas, frente aos obstáculo a qual temos; independentemente das dificuldades a qual é apresentada, o individuo tem liberdade para deliberar e agir, sendo assim, é responsável pelo que decide; independente se a nossa liberdade é cerceada, ainda assim temos a responsabilidade de agir e escolher.

 

AUTOR: FAH SAN.

 

O documentário abaixo mostra a importância de Sartre para a sociedade a qual ele viveu, além de ter fatos históricos, a sua bibliografia é colocada também em cena e podemos compreender o quanto estava realmente comprometido com o existencialismo ou como ele à chamava,  filosofia existencial,  filosofia está que levou como modo de vida, indo ao extremo.

 

 

 

 

 

Referencias:

O Livro Da Filosofia/Editora Globo/ DK LONDRES

Botelho, José Francisco. A Odisseia da Filosofia. Editora Super Interessante