Compartilhando o que tem na rede – Artigo do Nexo Jornal – O mau combate de João Doria

ACELERA!

Frase celebre do nosso incongruente ex-prefeito da cidade de São Paulo. O ex-prefeito deixou a chance de fazer história, como um cidadão comum; espera, o certo é “comum”, diga-se de passagem, uma vez que o ex-prefeito, é um empresário podre de rico, porém não fazia parte do meio político, pelo menos de maneira direta, podendo desta forma mostrar que a política é um lugar de transformação da sociedade a qual vivemos, o fato e que Doria preferiu descumprir com umas das suas promessas mais importante, feitas com duas premissas, a primeira delas falava que iria ficar até o final do mandato de quatro anos e a segunda que não iria seguir carreira política, uma vez que gostaria de contribuir para a melhoria da cidade de São Paulo, duas premissas falsas e desfalcadas de legitimidade, pois irá deixar o cargo conquistado na capital para tentar angariar o cargo de governador e não cumpriu o seu mandato até o final.

Isto sem contar as medidas a qual tomou no seu mandato como a famosa ração que foi rechaçada por grande parte da população, uma vez que tratava a população como animais, além de cortes em praticamente todas as áreas, secretárias necessárias para o bom funcionamento da cidade também foram cortadas, vale ressaltar que durante o período a qual ficou a frente da prefeitura, a cracolândia só mudou de espaço, ou melhor  expandiu para espaços, acrescentando ao histórico do nosso querido agora querido ex-prefake, declarações contra manifestações, tratando os manifestantes como vagabundos, e professores como animais de circo do século passado,  a piada do programa cidade linda, que mais pareceu o programa cidade cinza; por estas e outras a população deve pensar muito bem antes de ir nas urnas e escolher um político que não é mais um que prática politicagem das mais escancaradas a que pode existir.

Então segue a indicação de leitura do nexo jornal do artigo O  mau combate de João Doria:

https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2018/O-mau-combate-de-João-Doria

 

 

 

Anúncios

NEGLIGÊNCIA NA “DEMOCRACIA”.

Destaque

 

TEMER E A SUA CORJA; E A NEGLIGÊNCIA DO DIREITO DEMOCRÁTICO DO BRASILEIRO.

Assistimos sentados em nossos sofás aflitos e perplexizados mais sem coragem para reagir de fato e consistentemente ao desmantelamento da consciência política, estamos inserido em uma democracia, assistindo a um jogo de interesses “oligárquicos” que fere cada vez mais a nossa forma de ver positivamente o regime democrático e que elimina o sentido de tal regime.

Temos atualmente no poder do governo brasileiro uma síntese do que poderíamos chamar tranquilamente de governo tirânico que mina aos poucos o gosto dos brasileiros por políticos; governo que estar no poder ilegitimamente e que desde então se segura como pode ao poder que lhe fora conferido.

Temer é um dos políticos mais dignos de pena a qual assistimos abraçar a sua cadeira no Palácio do Planalto como uma criança que acha um brinquedo e não quer largar, mesmo sabendo que não é dela; este é Temer que com 95 % de impopularidade, sendo assim o político a dirigir a republica com maior rejeição de todos os tempos; como fala a  filosofa Márcia Tiburi, “qualquer um que tem consciência, estaria depressivo ou ainda muito mal por conta disso”, mas não Temer que deseja continua no cargo, todos diz não mas Temer diz sim.

Temer vive e sobrevive de uma política de esfacelamento; vendendo o país a seu benefício; tudo para não sair do cargo, tudo para agradar as bancadas; enquanto os que o apoiam ganham com isso esse se mantém no poder, quando Temer não conseguir mais agradar a todos os outros partidos interesseiros que deixam ele aonde estar para conseguir vantagens privilegiadas, Temer cairá se esfacelando da forma que deve ser.

Pode e deve ser perguntado se um governo que está ilegitimamente no poder tem envergadura para realização de tantas reformas que interferem no dia a dia dos cidadãos; como é o caso, por exemplo, da reforma do ensino médio, a reforma trabalhista e da previdência social e até o conceito do que seria trabalho escravo, o que deixa o governo de Temer bem perto do que poderíamos chamar de piada política.

É do senso comum no Brasil ao pensarmos em política esquecermos da nossa responsabilidade quanto pessoas autônomas que mesmo dentro de espectros autoritários ainda temos a responsabilidade de escolha que permita a mudança dos aspectos sociais a qual estamos inseridos.

Esquecemos da autoridade a qual nos foi dada pela geração anterior que nos permite mudar a sociedade a qual estamos inseridos, sendo a liberdade de escolha a maior responsabilidade a qual podemos ter, sendo ela – a responsabilidade – entregue nas mãos de políticos  putrefatos que agem no poder angariando vantagens para si, e usando do bem público como bem privado.

A liberdade, a qual em tese temos, exige responsabilidade a qual é sempre negligenciada a cada nova eleição, não estabelecendo o nosso pensamento de forma a aprofundar as perspectivas de uma alteração a qual devemos e está atrasada que se faça. Nós procrastinamos o nosso dever como cidadãos, seres racionais, e por isso políticos, e responsáveis pelo mundo a qual nós queremos e temos em vista.

A cada duas translações, o ambiente fica cada vez mais escuro, a aparência é que estamos seguindo cada vez mais para o fundo da caverna; pensar em um futuro benevolente para todos, e por isso igualitário e solidário, não é simplesmente uma utopia e sim um ativismo para assim poder atingir a potencialidade que está escondida dentro do foço a qual nos metemos.

                                                               POR FAH SAN

No vídeo abaixo a filosofa Márcia Tiburi em entrevista a Cláudio Prado fala sobre um Brasil utópico do futuro; e fica a partir daí uma pergunta, qual mundo queremos criar?  Está é uma questão que deveríamos levar mais a sério!

INFORMAÇÕES DA POSTAGEM:

IMAGEM EM DESTAQUE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/fora-temer-por-latuff/