#Compartilhando o que TEM NA REDE

Marielle Franco, PRESENTE!

                 NÃO vamos nos CALAR

Após a truculência do assassinato da vereadora Marielle Franco, fica no ar o mistério da morte de alguém que lutava por uma justiça a qual fosse ética, uma justiça que fosse contundente com o cenário social a qual vivemos, neste vídeo (abaixo) e realizada uma analogia do assassinato da vereadora, com uma cena do filme Tropa de Elite, aonde um homem após ter realizado uma denúncia contra melicianos e assassinado por tiros, tendo uma similitude grande com o ocorrido com a Marielle uma vez que o personagem fora morto após realizada uma denuncia para a polícia.

 

 

É sempre bom lembrar que não vamos nos calar, pois para o exercício da democracia há à necessidade de liberdade de pensamento, liberdade de fala, e lugar de fala; a sua fala tem o direito de ser ouvida sem o risco de ser calado. 

 

REFERÊNCIAS:

Vídeo publicado originalmente em: https://www.facebook.com/quebrandootabu/videos/2121462674576775/UzpfSTEwMDAyNzY1NTg3NzY4NToxNjA4OTc1NjE1MDg3NzI/

Imagem (foto) da publicação está no Link: https://www.google.com.br/search?q=marielle+presente&rlz=1C1HLDY_pt-BRBR766BR766&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwi_2-SCiL7dAhXFh5AKHUTBAUYQ_AUICigB&biw=1517&bih=701#imgrc=zwgDY2mj3K14ZM:

 

Texto: Fah San

# Compartilhando o que tem na rede; reportagem da BBC News.

Com certeza um dos maiores problemas do país é a sua falta de controle em relação a organização; está matéria publicada pela BBC News busca compreender o caminho dos desvios de projéteis, a qual ocasiona uma verdadeira alimentação do crime organizado, aonde o estado ajuda a organizar o crime organizado; aponta para a necessidade de tomar maiores medidas para assim o estado não dar alimento para inimigos a qual cresce.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45149528#orb-banner

Bolsonaro e o Primitivismo da Conscência

Bolsonaro e o primitivismo da Consciência

A reflexão a qual temos de nós mesmos, sendo ela individual, porém o fato da consciência ser individual não nos impossibilita de refletir em relação a consciência a qual as outras pessoas tem sobre a vida.

A ação de nos colocarmos em um exercício reflexivo sobre consciência, personalidade e carácter do outro, sendo uma tarefa importante quando se trata de uma figura pública, com ideias polêmicas, a qual vem influenciando em larga escala populacional.

Pseudoconsciência política

Bolsonaro é um dos políticos a qual vem ganhando espaço nas mídias; como em várias pesquisas mostra o prediletismo candidato a presidência da república em 2018; tais eleitores do candidato, fazem questão de colocá-lo como o salvador da pátria, alguém que vem para salvar o Brasil da ignorância, o que é em excessivamente irônico, pois o desmanche intelectual a qual ele mesmo faz com a sua imagem, é algo que poucos consegue, bastando poucas palavras para que a imagem do Bolsonaro seja diluída, isto pelo motivo do Messias possuir uma visão limitada de mundo, domina pouco tais questões como economia, a qual é de interesse absolutamente grande dos Brasileiros ou a fatos históricos, pois segundo ele “os portugueses nunca pisaram na África, foram os africanos que se entregaram como escravos”. Acrescento que para todos os questionamentos feito, Jair Bolsonaro ele sempre tem alguém de confiança e/ou irá montar uma equipe, mas ele mesmo não sabe [se quer!] falar sobre a situação atual econômica do Brasil. De fato pelo devido a cobranças ele melhorou um pouco, mas bem pouco a suas opiniões, porém ainda é pra ter pena.

Mas por qual motivo o Bolsonarismo está virando uma febre?

A ascensão intelectual de uma direita ainda aspirante no Brasil criou uma ânsia para encontrar intelectuais e políticos que poderiam subsidiar a sua visão, assim há um grupo de pessoas as quais ver o político/messias como uma pessoa a qual poderia representar muito bem estas pessoas.

O Messias que veio para “salvar” a nação se mostra indiferente com as causas sociais, aonde tem uma visão limitada, pois como faz questão de falar, a minoria tem que abaixar a cabeça para a maioria, ou seja, não estar se importando com grupos que tem uma certa carência social; tem uma visão machista do mundo, como por exemplo a posição da mulher no mundo capitalista, chegando até mesmo a dizer que se caso fosse empresário não contrataria mulheres.

Bolsonaro vai contra os postulados defendidos pela grande maioria atualmente, sendo que para muitos ele fala a verdade de modo inflamado, verdadeiro e autentico, para outros é apenas um Jeca a qual tem uma visão limitada, uma mente golpista e não tem opinião embasada alguma, é apenas uma pessoa grosseira falando.

Em resumo é um candidato limitado intelectualmente, indiferente ao outro, machista e homofóbico; podemos assim resumir tal aspirante a candidato, porém o fato que chama muito a atenção, é que tais limitações não são percebidas por um grande quantidade de pessoas, tento assim “defensores e panfleteiros” que o defende.

Grande parcela de pessoas reacionárias e que posso usar os mesmos adjetivos, que usei para descrever Bolsonaro, está saindo do anonimato, para destilar o ódio e defender uma visão arcaica que até então pensávamos que estavam mortas, como por exemplo, a volta da ditadura militar, retorno a valores ultrapassados, como a dependência das mulheres aos homens, a indiferença, ou até mesmo o ódio, contra gays, lésbicas e transsexuais, até mesmo a liberdade para discutir determinadas questões, tendo ele mesmo uma postura autoritária, agindo com agressividade; sendo assim impossível o dialogo com o messias afinal messias é messias e é atemporal.

Ao que aparenta é que a liberdade que foi conseguida para que as pessoas possam se expressar, e guiar as suas vidas como querem, ofendeu os crédulos de uma vida regida por preceitos morais ultrapassados – defendendo assim, uma visão conservadora equivocada, pois o conceito de conservadorismo político está bem distante do que as pessoas que no Brasil dizem-se conservadoras defende – fazendo estas pessoas que defendem um conservadorismo ultrapassado e amador sair do armário e assumir Jair Messias Bolsonaro, como o seu representante legítimo.

Consciência

O significado de consciência pode ser determinado como o conhecimento a qual o individuo adquire do seu eu; podemos considerar a consciência como um processo individual, a qual todos nós passamos de autoconhecimento. A consciência sobre o eu determina as nossas atitudes, sendo que ao falarmos de consciência estamos falando da nossa leitura sobre determinados acontecimentos e aspecto, uma vez que a atitude de leitura sobre o mundo é individual, e depende da consciência a qual temos do eu, tendo as atitudes a qual tomamos uma ínfima ligação com a concepção do eu e com a consciência a qual se tem do eu, sendo as atitudes tomadas ativas ou passivas determina as nossas atitudes e comportamentos frente a vida.

O conceito de consciência nos leva aos conceitos como personalidade e carácter, o primeiro ligado parte irracional das nossas vidas, estando ligado ao que chamamos de emoção, e que irá ser parte influente para como iremos agir em determinados acontecimentos, a outra está mais ligada com as atitudes ativas a qual tomamos e o que determina se aquilo a qual fazemos é bom ou ruim, dependendo assim da consciência do eu e de uma reflexão para como iremos lidar com determinados acontecimentos. O segundo aspecto da nossa psique pode ser longamente influenciado pelo segundo; uma vez que determinadas atitudes que podemos tomar de forma irracional de acordo com os nossos instintos naturais, porém o carácter se esforça para moldar o primeiro e tendenciar o individuo a ter uma postura ética.

A consciência é um fator determinante uma vez que entrevem no distanciamento e análise dos afetos, este distanciamento permite com que analisemos e colocamos o conceito subjetivo de personalidade sobre análise, sendo que a personalidade intervem de forma quase imediata em nossas atitudes, tomando tal princípio de distanciamento podemos intervir de forma mais consistentes em nossas ações, e exercer o julgo, uma vez que podemos determinar se as nossas atitudes são éticas e definir desta forma se são de bom caráter.

A tendência para determinar o que seria de bom ou mau carácter geralmente vem de um espaço externo ao eu; é uma predisposição do indivíduo, mas a sua padronização estética e ética vem de um julgamento de uma consciência coletiva externa, sendo um julgamento qualitativo, demonstrativo e relativo dos acontecimentos, que tem como fator determinante a moral.

O julgo do caráter apreendido por uma coletividade externa pode ser forjado, pois está sobre o julgo do individuo e seus observadores, e por isso é de bom tom analisarmos, mais profundamente este movimento com cuidado e sempre com abertura para uma mudança em relação a concepção.

O que estamos vendo no mundo político é um grande contingente de pessoas a qual ver o diferente com indiferença, fechando as suas concepções de mundo dentro de um modelo inexoravelmente limitado, a qual não abarcar o que está fora do estético padrão defendido.

As pessoas a qual tem um primitivismo de consciência se encontrarão e encaixou as suas ideias selvagens dentro de uma moral farsesca, para ficar mais light para todos; a consciência engana a se própria; achando que está fazendo um bem; é de se estranhar uma concepção política que acha que a diferença em relação ao status social deve não apenas se manter mais também ser discernida para toda a sociedade.

O primitivismo da consciência está justamente na ciência da existência e para manter a existência individual, o indivíduo ou o coletivo descarta fatores empáticos ao outro, pois a empatia pode ocasionar uma coalizão entre a manutenção da vida (individual) ou do bem estar social (coletivo) e a extinção da vida (individual) ou o caos social (coletivo); podemos ver isso acontecer no Nazismo, no discurso de candidatura de Donald Trump, e nos discursos do Bolsonaro e bolsonaristas que defende a sua visão em cima de um patriotismo ultrapassado e que não dialoga mais com o intercambio cultural e a concepção de direitos humanos, a qual vemos as suas necessidades práticas e conceituais.

O princípio de bom caráter é forjado em nome de um conforto social nacional, aonde a maioria abafa a minoria, em prol de um discurso de um levante ao patriotismo e a extinção das expressões das diferentes frentes sociais; sendo forjada a consciência e o caráter de forma coletiva.

O primitivo está justamente no ato da sobrevivência selvagem; pois para que eu sobreviva irei matar a você!

FAH SAN

Compartilhando o que tem na rede – Artigo do Nexo Jornal – O mau combate de João Doria

ACELERA!

Frase celebre do nosso incongruente ex-prefeito da cidade de São Paulo. O ex-prefeito deixou a chance de fazer história, como um cidadão comum; espera, o certo é “comum”, diga-se de passagem, uma vez que o ex-prefeito, é um empresário podre de rico, porém não fazia parte do meio político, pelo menos de maneira direta, podendo desta forma mostrar que a política é um lugar de transformação da sociedade a qual vivemos, o fato e que Doria preferiu descumprir com umas das suas promessas mais importante, feitas com duas premissas, a primeira delas falava que iria ficar até o final do mandato de quatro anos e a segunda que não iria seguir carreira política, uma vez que gostaria de contribuir para a melhoria da cidade de São Paulo, duas premissas falsas e desfalcadas de legitimidade, pois irá deixar o cargo conquistado na capital para tentar angariar o cargo de governador e não cumpriu o seu mandato até o final.

Isto sem contar as medidas a qual tomou no seu mandato como a famosa ração que foi rechaçada por grande parte da população, uma vez que tratava a população como animais, além de cortes em praticamente todas as áreas, secretárias necessárias para o bom funcionamento da cidade também foram cortadas, vale ressaltar que durante o período a qual ficou a frente da prefeitura, a cracolândia só mudou de espaço, ou melhor  expandiu para espaços, acrescentando ao histórico do nosso querido agora querido ex-prefake, declarações contra manifestações, tratando os manifestantes como vagabundos, e professores como animais de circo do século passado,  a piada do programa cidade linda, que mais pareceu o programa cidade cinza; por estas e outras a população deve pensar muito bem antes de ir nas urnas e escolher um político que não é mais um que prática politicagem das mais escancaradas a que pode existir.

Então segue a indicação de leitura do nexo jornal do artigo O  mau combate de João Doria:

https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2018/O-mau-combate-de-João-Doria

 

 

 

# COMPARTILHANDO O QUE TEM NA REDE: Viviane Mosé analisa os linchamentos virtuais no Trilha de Letras

 

 

Este vídeo foi disponibilizado originalmente no link: https://www.youtube.com/watch?v=jYoP9WTBM3A&t=6s

 

A filosofa Viviane Mosé fala do uso da redes sociais , e manifestações de linchamentos virtuais, correlacionando as novas possibilidades da era digital com o modo a qual as pessoas se relacionam com este ambiente virtual ; segundo a Mosé é tudo muito rescente e o homem está aprendendo a lidar com estes novos mecanismos a qual se apresenta de forma totalmente nova, ou seja, estamos em fase de transição e os riscos são eminentes, porém o que podemos experimentar após a fase de transição.
No último artigo a qual escrevi a questão a respeito de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar o ativismo de transformação pessoal e social?
Pensar sobre este viés possibilita uma transformação do modo a qual podemos nos relacionar, não ficando apenas em pseudointeratividade, e fazendo da redes sociais verdadeiros ambientes de transformação social e trocas intelectivas.
Confira o artigo ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS.

https://afilosofiaestapresente.blog/2018/02/01/ativismo-nas-redes-sociais/

 

 

 

ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS

                                                      Por Fah San

[Reflexão do problema do não ativismo e potencialização das redes sociais]

 

Estamos cercados de mídias sociais, sites e interações on-line; tendo uma maior quantidade de acesso as informações; a qualidade do que temos hoje é comparável ao que tínhamos anteriormente, porém presenciamos uma maior mitigação das informações produzidas, assim como maior dificuldade de apreensão de conceitos e verticalização opinativa.

Quando a expresso incluindo e nomeando a verticalização opinativa estou à escrevendo pensando no correlacionamento entre a informação a qual é consumida e  como à interpreto podendo assim ter um intendimento do que é recebido e assim poder apresentar um juízo, podendo assim engajar-me (se for o caso), para poder modificar  “aspectos” sociais ou particulares.

É inevitável e inegável a importâncias das mídias sociais na vida das pessoas, devido a facilidade de comunicação a qual é possível haver, sendo o agente não apenas um consumidor passivo, que seria traduzido por um receptáculo consumista, mas alguém que também pode divulgar informações, trazer informações e se engajar em determinados aspectos,  coisa a qual era intangível antes da virada do milênio,  hoje podemos optar por receber informações por parte das mídias alternativas; o que trás um pouco de desconfiança é o papel a qual determinadas mídias sociais tem nas nossas vidas, e como podemos utiliza-las com relevância social.

O facebook é um bom exemplo de tudo a qual foi dito. Todas as pessoas tem a oportunidade de ter acesso “gratuitamente” como usuário desta rede social, e obviamente ao conteúdo a qual é produzido nela e na maioria das vezes as pessoas fazem o uso desta rede social de forma discutível, por exemplo, uma grande quantidade optam por expor a sua vida pessoal  de forma irrestrita , sem qualquer afunilamento do que postar, ainda dentro do campo pessoal, tem pessoas que constroem um outro eu, e que nada tem haver com a sua realidade, fazendo da sua página pessoal apenas simulacro da sua realidade;  ou ainda os que fazem parte de grupos políticos e sem profundidade, apresentando uma polifonia dessincronizada,  a qual “gritam” por diversas causas, e dentro de uma mesma pauta é mostrado que não há uma busca pela verdade ou mais próximo dela, configurando assim algo que Márcia Tiburi no seu livro O Ridículo Político chamou de vergonha alheia, conceito a qual é relacionado quando o indivíduo sente vergonha pela outra pessoa, devido a situação ser constrangedora o suficiente para  que o acontecimento possa passar a não ser tida como cômica – que seria uma situação a qual haveria realmente um estado de humor, sendo este crítico, questionador e revelador – e sim ridícula – quando a pessoa não percebe que a atitude dela é tão ridícula que trava o riso, neste aspectos podemos situar publicações a qual revela uma tiração de sarro coletiva.

A população revoltada contra os algozes políticos, fazendo da situação uma violência indireta contra pessoas a qual são responsáveis pelo poder público e judicial, sendo a atitude contraditória, um circo de horrores, uma vez que os algozes  da vez  passam a ser aqueles que fazem o uso da rede social sem nenhuma intenção que não seja proliferar ódio. O fato de situações como está ser totalmente abjeta aponta para um aspecto que deve ser pensado, pois tira toda e qualquer potencialidade de discussão a aprofundamento da criticidade que todos buscam a todo momento, criando fragmentos que não tem força de modificação.

Os fato dos exemplos citados acima podem ser aplicados não só ao facebook, como a outras redes sociais, são causas de um costume enraizado na pós- modernidade, correlacionado a irracionalidade dos indivíduo  que não pensa sobre a forma a qual se relacionam com os mecanismos para comunicação, pois estes poderiam ser potencializados, saindo de assuntos estritos, exposição da vida pessoal e de opiniões pessoais, para um campo de carácter universal; não apenas trata de um problema a qual temos em relação ao excesso de informação, mas como podemos nos tornar verdadeiramente ativista em relação ao que surgi, e para isso devemos sermos mais cuidadosos com o que é recebido de informação, o que realmente vou propagar e em que vou tomar frente com uma atitude ativista.

 

[…] Com o espaço cibernético temos uma ferramenta de comunicação muito diferente da mídia clássica, porque é nesse espaço que todas as mensagens se tornam interativas, ganham uma plasticidade e têm uma possibilidade de metamorfose imediata. E aí, a partir do momento que se tem o acesso a isso, cada pessoa pode se tornar uma emissora, o que obviamente não é o caso de uma mídia como a imprensa ou a televisão. Então, daria para a gente fazer uma tipologia rápida dos dispositivos de comunicação onde há um tipo em que não há interatividade porque tem um centro emissor e uma multiplicidade de receptores. Esse primeiro dispositivo chama-se Um e Todo.
Uma outra versão é o tipo Um e Um, que não tem uma emergência do coletivo da comunicação, como é o caso do telefone. O espaço cibernético introduz o terceiro tipo, com um novo tipo de interação que a gente poderia chamar de Todos e Todos, que é a emergência de uma inteligência coletiva.
Fonte: Palestra realizada no Festival Usina de Arte e Cultura, promovido pela

 

O filosofo Pierre Levy fala do noção de ciberespaço e cibercultura, sendo o Cibercultura “o conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”; sendo o ciberespaço uma categoria nova da nossa atualidade, a qual é ampliado os fatores comunicativos de um e um, um e todos, e todos e todos; devido ao advento da tecnologia que possibilita a criação de costumes ao possibilitar a presença incorporal das pessoas em discussões, democratizando a forma de comunicação, é de essencial importância refletirmos na qualidade dessa comunicação em rede, pois tendo está uma relação cada mais estrita com a nossa realidade, podemos potencializar nossas ações diante do mundo, sendo a questão a qual fica abordada aqui, é de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar  o ativismo de transformação pessoal e social?

 

Referências:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

TIBURIM, Marcia. O Ridículo Político. Rio de Janeiro: Editora Record, 2017.

 

 

 

 

 

#COMPARTILHANDO O QUE TEM NA REDE: VÍDEO GREG NEWS com Gregório Duvivier: Direito ou Privilégio?

Em um país aonde muitos passam necessidade, muitos usam do seu poder para realizar um assalto ao estado e quem paga a conta é eu e você também!

Vamos falar um pouco de falta de moralidade a qual nos ronda e as vezes recusamos pensar sobre!
Pessoas que deveriam ter um pensamento crítico em relação a posiçao a qual é ocupa em relação a sociedade, não se importam em fazer papel de tolos, e de demosnstrar a vigarice autorizada pelo próprio poder a qual tem nas mãos.
Podemos dizer que temos que repensar o nosso papel como cidadãos e levar nas últimas consequência as nossas críticas em relação a um sistema a qual demonstra a sua total incapacidade de autogestão, realizando a contradição de rebaixamento da sua própria postura, a qual deveria ser exemplar para os demais .