Compartilhando o que tem na rede – Artigo do Nexo Jornal – O mau combate de João Doria

ACELERA!

Frase celebre do nosso incongruente ex-prefeito da cidade de São Paulo. O ex-prefeito deixou a chance de fazer história, como um cidadão comum; espera, o certo é “comum”, diga-se de passagem, uma vez que o ex-prefeito, é um empresário podre de rico, porém não fazia parte do meio político, pelo menos de maneira direta, podendo desta forma mostrar que a política é um lugar de transformação da sociedade a qual vivemos, o fato e que Doria preferiu descumprir com umas das suas promessas mais importante, feitas com duas premissas, a primeira delas falava que iria ficar até o final do mandato de quatro anos e a segunda que não iria seguir carreira política, uma vez que gostaria de contribuir para a melhoria da cidade de São Paulo, duas premissas falsas e desfalcadas de legitimidade, pois irá deixar o cargo conquistado na capital para tentar angariar o cargo de governador e não cumpriu o seu mandato até o final.

Isto sem contar as medidas a qual tomou no seu mandato como a famosa ração que foi rechaçada por grande parte da população, uma vez que tratava a população como animais, além de cortes em praticamente todas as áreas, secretárias necessárias para o bom funcionamento da cidade também foram cortadas, vale ressaltar que durante o período a qual ficou a frente da prefeitura, a cracolândia só mudou de espaço, ou melhor  expandiu para espaços, acrescentando ao histórico do nosso querido agora querido ex-prefake, declarações contra manifestações, tratando os manifestantes como vagabundos, e professores como animais de circo do século passado,  a piada do programa cidade linda, que mais pareceu o programa cidade cinza; por estas e outras a população deve pensar muito bem antes de ir nas urnas e escolher um político que não é mais um que prática politicagem das mais escancaradas a que pode existir.

Então segue a indicação de leitura do nexo jornal do artigo O  mau combate de João Doria:

https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2018/O-mau-combate-de-João-Doria

 

 

 

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# COMPARTILHANDO O QUE TEM NA REDE: Viviane Mosé analisa os linchamentos virtuais no Trilha de Letras

 

 

Este vídeo foi disponibilizado originalmente no link: https://www.youtube.com/watch?v=jYoP9WTBM3A&t=6s

 

A filosofa Viviane Mosé fala do uso da redes sociais , e manifestações de linchamentos virtuais, correlacionando as novas possibilidades da era digital com o modo a qual as pessoas se relacionam com este ambiente virtual ; segundo a Mosé é tudo muito rescente e o homem está aprendendo a lidar com estes novos mecanismos a qual se apresenta de forma totalmente nova, ou seja, estamos em fase de transição e os riscos são eminentes, porém o que podemos experimentar após a fase de transição.
No último artigo a qual escrevi a questão a respeito de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar o ativismo de transformação pessoal e social?
Pensar sobre este viés possibilita uma transformação do modo a qual podemos nos relacionar, não ficando apenas em pseudointeratividade, e fazendo da redes sociais verdadeiros ambientes de transformação social e trocas intelectivas.
Confira o artigo ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS.

https://afilosofiaestapresente.blog/2018/02/01/ativismo-nas-redes-sociais/

 

 

 

ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS

                                                      Por Fah San

[Reflexão do problema do não ativismo e potencialização das redes sociais]

 

Estamos cercados de mídias sociais, sites e interações on-line; tendo uma maior quantidade de acesso as informações; a qualidade do que temos hoje é comparável ao que tínhamos anteriormente, porém presenciamos uma maior mitigação das informações produzidas, assim como maior dificuldade de apreensão de conceitos e verticalização opinativa.

Quando a expresso incluindo e nomeando a verticalização opinativa estou à escrevendo pensando no correlacionamento entre a informação a qual é consumida e  como à interpreto podendo assim ter um intendimento do que é recebido e assim poder apresentar um juízo, podendo assim engajar-me (se for o caso), para poder modificar  “aspectos” sociais ou particulares.

É inevitável e inegável a importâncias das mídias sociais na vida das pessoas, devido a facilidade de comunicação a qual é possível haver, sendo o agente não apenas um consumidor passivo, que seria traduzido por um receptáculo consumista, mas alguém que também pode divulgar informações, trazer informações e se engajar em determinados aspectos,  coisa a qual era intangível antes da virada do milênio,  hoje podemos optar por receber informações por parte das mídias alternativas; o que trás um pouco de desconfiança é o papel a qual determinadas mídias sociais tem nas nossas vidas, e como podemos utiliza-las com relevância social.

O facebook é um bom exemplo de tudo a qual foi dito. Todas as pessoas tem a oportunidade de ter acesso “gratuitamente” como usuário desta rede social, e obviamente ao conteúdo a qual é produzido nela e na maioria das vezes as pessoas fazem o uso desta rede social de forma discutível, por exemplo, uma grande quantidade optam por expor a sua vida pessoal  de forma irrestrita , sem qualquer afunilamento do que postar, ainda dentro do campo pessoal, tem pessoas que constroem um outro eu, e que nada tem haver com a sua realidade, fazendo da sua página pessoal apenas simulacro da sua realidade;  ou ainda os que fazem parte de grupos políticos e sem profundidade, apresentando uma polifonia dessincronizada,  a qual “gritam” por diversas causas, e dentro de uma mesma pauta é mostrado que não há uma busca pela verdade ou mais próximo dela, configurando assim algo que Márcia Tiburi no seu livro O Ridículo Político chamou de vergonha alheia, conceito a qual é relacionado quando o indivíduo sente vergonha pela outra pessoa, devido a situação ser constrangedora o suficiente para  que o acontecimento possa passar a não ser tida como cômica – que seria uma situação a qual haveria realmente um estado de humor, sendo este crítico, questionador e revelador – e sim ridícula – quando a pessoa não percebe que a atitude dela é tão ridícula que trava o riso, neste aspectos podemos situar publicações a qual revela uma tiração de sarro coletiva.

A população revoltada contra os algozes políticos, fazendo da situação uma violência indireta contra pessoas a qual são responsáveis pelo poder público e judicial, sendo a atitude contraditória, um circo de horrores, uma vez que os algozes  da vez  passam a ser aqueles que fazem o uso da rede social sem nenhuma intenção que não seja proliferar ódio. O fato de situações como está ser totalmente abjeta aponta para um aspecto que deve ser pensado, pois tira toda e qualquer potencialidade de discussão a aprofundamento da criticidade que todos buscam a todo momento, criando fragmentos que não tem força de modificação.

Os fato dos exemplos citados acima podem ser aplicados não só ao facebook, como a outras redes sociais, são causas de um costume enraizado na pós- modernidade, correlacionado a irracionalidade dos indivíduo  que não pensa sobre a forma a qual se relacionam com os mecanismos para comunicação, pois estes poderiam ser potencializados, saindo de assuntos estritos, exposição da vida pessoal e de opiniões pessoais, para um campo de carácter universal; não apenas trata de um problema a qual temos em relação ao excesso de informação, mas como podemos nos tornar verdadeiramente ativista em relação ao que surgi, e para isso devemos sermos mais cuidadosos com o que é recebido de informação, o que realmente vou propagar e em que vou tomar frente com uma atitude ativista.

 

[…] Com o espaço cibernético temos uma ferramenta de comunicação muito diferente da mídia clássica, porque é nesse espaço que todas as mensagens se tornam interativas, ganham uma plasticidade e têm uma possibilidade de metamorfose imediata. E aí, a partir do momento que se tem o acesso a isso, cada pessoa pode se tornar uma emissora, o que obviamente não é o caso de uma mídia como a imprensa ou a televisão. Então, daria para a gente fazer uma tipologia rápida dos dispositivos de comunicação onde há um tipo em que não há interatividade porque tem um centro emissor e uma multiplicidade de receptores. Esse primeiro dispositivo chama-se Um e Todo.
Uma outra versão é o tipo Um e Um, que não tem uma emergência do coletivo da comunicação, como é o caso do telefone. O espaço cibernético introduz o terceiro tipo, com um novo tipo de interação que a gente poderia chamar de Todos e Todos, que é a emergência de uma inteligência coletiva.
Fonte: Palestra realizada no Festival Usina de Arte e Cultura, promovido pela

 

O filosofo Pierre Levy fala do noção de ciberespaço e cibercultura, sendo o Cibercultura “o conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”; sendo o ciberespaço uma categoria nova da nossa atualidade, a qual é ampliado os fatores comunicativos de um e um, um e todos, e todos e todos; devido ao advento da tecnologia que possibilita a criação de costumes ao possibilitar a presença incorporal das pessoas em discussões, democratizando a forma de comunicação, é de essencial importância refletirmos na qualidade dessa comunicação em rede, pois tendo está uma relação cada mais estrita com a nossa realidade, podemos potencializar nossas ações diante do mundo, sendo a questão a qual fica abordada aqui, é de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar  o ativismo de transformação pessoal e social?

 

Referências:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

TIBURIM, Marcia. O Ridículo Político. Rio de Janeiro: Editora Record, 2017.

 

 

 

 

 

POLÊMICAS DA SEMANA #1

 

O post dos domingos (ou sábados) vão ganhar semanalmente ( é a intenção) uma síntese das  principais polêmicas a qual acontecem semanalmente, isso pelo motivo que a polêmica sempre trás atona tensões que se mostram como divisões de  visão e que podemos abordar de uma forma a qual podemos aprofundar o raciocínio em relação aos acontecimentos. Fah San, publicado em  em: 21 jan,. 2018.

 

 

 

STJ, o executivo e a posse de Cristiane Brasil; questão judicial ou não?

A deputada federal Cristiane Brasil havia sido impedida de assumir o ministério do trabalho, pois a mesma havia sido condenada por processos trabalhistas, movidos por ex- empregados, aonde  foi condenada por não assinar a carteira dos motoristas particulares, além disso,  Cristiane Brasil se envolveu em outra polêmica, pois o valor de um dos processos sai da conta da sua secretária, Cristiane Brasil alegou que o dinheiro era transferido da conta da secretária por motivo de praticidade e que posteriormente a reembolsava, coisa que ela não comprovou.

O fato da deputada ter sido condenada na justiça do trabalho gerou descrédito à função que desenvolveria como ministra,  uma vez que seria uma afronta a moral  da legitimidade das decisões tomadas por um ministério que tem a frente uma ministra que cuida dos assuntos que são de uma instância que ela mesma desrespeitou, tendo empregados que trabalhavam 15 horas por dia e não tinha a sua carteira de trabalho; o que coloca totalmente em dúvida a função a qual irá exercer.

Também coloca tensão entre os poderes Executivo e Judiciário, tendo em vista que o Judiciário está interferindo na decisão do chefe do executivo, por exemplo “…o ministro Humberto Martins, do STJ, concordou com argumentos da Advocacia-Geral da União (AGU). Para ele, condenação trabalhista não consiste em sanção criminal e, portanto, não impede que a deputada assuma a função. Além disso, o magistrado destacou que nomear ministro de Estado é competência privativa do presidente da República, outro argumento também defendido pela AGU”; embora Humberto Martins tenha argumentos favoráveis a decisão ficara ao cargo da ministra do STJ , ministra Carmem Lúcia que deve decidir em relação a posse da ministra, sendo a decisão tomada amanhã, dia 22 de janeiro de 2018, coisa que pode tensionar ainda a relação entre o presidente

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Só uma surubinha de leve:

Não, não é  um titulo irônico pra falar mal do governo Temer !

A música “só uma surubinha de leve” foi alvo de polêmica na semana; para muitas pessoas a música incita a prática da cultura do estrupo, uma vez que faz parte do refrão da música versos verdadeiramente poéticos  como “Só surubinha de leve / só surubinha de leve / Com essas filha da puta / Taca a bebida, depois taca a pica / E abandona na rua”; é pra se emocionar com tamanha poeticidade.

O fato da música trazer uma letra que a maioria das pessoas  recebem como vulgar, ofensiva e de péssimo gosto , pois motivaria o costume do estrupo; o coloca em uma situação muito tênue, pois ao mesmo tempo em que poderia ser um equivoco canalizar na censura de uma música; a qual até então pode ser relativizada uma vez que não sabemos o quanto que isto exerceria de influência sobre as pessoas, pode ser uma negligência não há proibir em determinados ambientes. Segundo especialistas a música seria de péssimo gosto, devido ao excesso de vulgaridade mais não configura apologia ao estrupo, pois não é algo que na letra fica claro se essas mulheres a quais são chamadas de “putas”  não consentiriam o ato sexual por estarem inconscientes.

A contundência que devemos tirar daí e em relação a algumas discussões , algumas delas bem conhecidas, como o que seria arte?   O que é estrupo? O que é apologia ao estrupo? O que é cultura do estrupo? Qual é a relação entre arte e sociedade? São questões que não morre com uma polêmica produzida por pessoas intelectual limitadas.

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A discussão foi levantada pela estudante de Artes Visuais a qual decidiu responder com arte a sua indignação com a música,  pois segundo ela “ajuda para que as raízes da cultura do estupro se estendam, aumenta a misoginia, aumenta os dados de feminicídio”; a partir daí está jogada a discussão.

 

 

 

Semana do Aniversário da Posse do Atual Presidente é marcada por ações impopulares:

Governo polêmico tido por muito como fascista, devido a sua intenção forte em realizar procedimentos de dificultamento em receber imigrantes; devido ao afastamento com as questões ambientais e causas sociais o atual presidente dos E.U.A é um dos mais (se não o mais) impopulares da história.

Na semana do seu primeiro aniversário a frente da casa branca o presidente Trump recebe como presente a insatisfação da maior parte da população com o seu governo (cerca de 40% de impopularidade) que veio em forma de protesto em todo o país

Vale mais ser amado ou temido? Nicolau Maquiavel vai responder que no caso de não poder os dois será necessário escolher ser temido, isso se deve muito a concepção a qual este filosofo tem do ser humano; porém creio que isto não se aplica a uma democracia, embora podemos dizer que um patetá como o Trump não causa medo a ninguém.

Em todo país foi cerca de 250 paradas contra Trump aonde “Mulheres -e muitos homens na marcha- gritavam em coro que o “presidente Trump precisa ir embora”, alternando às vezes com o “este porco sexista precisa ir embora”. Outros gritavam que tomariam “o país de volta”.

Manifestantes erguem cartazes durante a Marcha das Mulheres, realizada em Chicago, no estado americano de Illinois - 20/01/2018

 

 

 

 

 

 

Referências:

CASTRO, Juliana –  2018 – Justiça Federal do Rio nega novo recurso de Cristiane Brasil –  https://oglobo.globo.com/brasil/justica-federal-do-rio-nega-novo-recurso-de-cristiane-brasil-22297940#ixzz54r6sZcOY  – acesso em: 21 jan. 2018
CASTRO, Juliana –  2018 –  Dinheiro que paga dívida trabalhista de Cristiane Brasil sai de conta de funcionária- https://oglobo.globo.com/brasil/dinheiro-que-paga-divida-trabalhista-de-cristiane-brasil-sai-de-conta-de-funcionaria-22261290#ixzz54rAaQwD7  – acesso em: 21 jan. 2018

2018 – STJ libera posse de Cristiane Brasil – https://veja.abril.com.br/politica/stj-derruba-liminar-e-abre-caminho-para-posse-de-cristiane-brasil/ -acesso em: 21 jan. 2018

2018 – Temer queria evitar, mas Cármen Lúcia irá decidir sobre ministra – https://veja.abril.com.br/politica/temer-queria-evitar-mas-carmen-lucia-ira-decidir-sobre-ministra/ – acesso em: 21 jan. 2018

 

BRANDÃO, Liv / OLIVEIRA, Luccas  – 2018 – Especialistas dizem que ‘Só surubinha de leve’ não configura apologia ao estupro  –  https://oglobo.globo.com/cultura/musica/especialistas-dizem-que-so-surubinha-de-leve-nao-configura-apologia-ao-estupro-22299705#ixzz54rOzibQ8  – acesso em: 21 jan. 2018

 

2018 – Marcha das mulheres marca aniversário de Trump como presidente – https://veja.abril.com.br/mundo/marcha-das-mulheres-marca-aniversario-de-trump-como-presidente/ – acesso em: 21 jan,. 2018.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhando o que tem na rede-Vídeo: O sofrimento move a vida com a filosofa Viviane Mosé

Qual é a relação a qual estabelecemos com as experiências as quais nos colocam em uma zona de desconforto?

Por vezes ocasionado por desconhecimento do nosso próprio eu, ou por acontecimentos a qual ocorre na nossa vida e que nos tira a tranquilidade, ocasionando um profundo incomodo, luto, angústia e ansiedade, trazendo assim sofrimento aos indivíduos, sendo assim, devemos questionar como devemos nos relacionarmos com o sofrimento.

O sofrimento está fora de moda e grande parte das vezes tentam mata-lo; graças as industrias farmacêuticas e da ascensão psiquiatria, psicologia e psicanalise que tende a lidar com certos aspectos da vida de uma forma prática e pouco profunda.

A experiencia do Sofrimento segundo a filosofa Viviane Mosé deve ser vivenciada, pois quando passamos por uma experiência de sofrimento o ser humano adquire a possibilidade de se expandir, tendo assim a possibilidade de se engrandecer com a própria vida.

Em uma sociedade totalmente dopada por anti-depressivos e que as pessoas tendem a fugir de experiências a qual o individuo e tirado da sua zona de conforto, possibilitando assim uma outra visão do mundo, é importante pensarmos referente a experiência do sofrimento na nossa vida:

Viviane Mosé | O Sofrimento Move a Vida

[ASS: FAH SAN]

 

Compartilhando o que tem na rede: A mulher que decidiu enfrentar um câncer agressivo sem tratamento

 

 

Este vídeo trás uma importante reflexão sobre a finitude da vida; afinal de contas quantas vezes paramos para pensar em relação ao aproveitamento a qual temos em relação as nossas vivências e experiências.

 

Muitas vezes desprezamos as possibilidades, a qual a vida nos possibilitam; afinal de contas uma pessoa que vive mais é sinônimo que vive melhor?

Como podemos caracterizar está satisfação pelo bem viver?

A felicidade é possível, ela tem limites ou é só uma ilusão?

Afinal de contas buscamos por uma espécie de ataraxia (suspensão do juízo, sem julgamento ou decisão por posições), ou viver intensamente (sem julgamento das emoções, deixando fluir naturalmente), ou ainda, vivermos guiados pela nossa razão?

 

[FAH SAN]

Gostaria somente de realizar estas provocações vamos ao vídeo:

 

PÁGINA DA VEJA NO FACEBOOK:  https://www.facebook.com/Veja/?hc_ref=ARQF464ieLedYkBPci94FHPXkxXQaweWeZm6EkKaF-XI3nWOQfB58XInqgPRo8rP93U&fref=nf

 

 

 

NEGLIGÊNCIA NA “DEMOCRACIA”.

 

TEMER E A SUA CORJA; E A NEGLIGÊNCIA DO DIREITO DEMOCRÁTICO DO BRASILEIRO.

Assistimos sentados em nossos sofás aflitos e perplexizados mais sem coragem para reagir de fato e consistentemente ao desmantelamento da consciência política, estamos inserido em uma democracia, assistindo a um jogo de interesses “oligárquicos” que fere cada vez mais a nossa forma de ver positivamente o regime democrático e que elimina o sentido de tal regime.

Temos atualmente no poder do governo brasileiro uma síntese do que poderíamos chamar tranquilamente de governo tirânico que mina aos poucos o gosto dos brasileiros por políticos; governo que estar no poder ilegitimamente e que desde então se segura como pode ao poder que lhe fora conferido.

Temer é um dos políticos mais dignos de pena a qual assistimos abraçar a sua cadeira no Palácio do Planalto como uma criança que acha um brinquedo e não quer largar, mesmo sabendo que não é dela; este é Temer que com 95 % de impopularidade, sendo assim o político a dirigir a republica com maior rejeição de todos os tempos; como fala a  filosofa Márcia Tiburi, “qualquer um que tem consciência, estaria depressivo ou ainda muito mal por conta disso”, mas não Temer que deseja continua no cargo, todos diz não mas Temer diz sim.

Temer vive e sobrevive de uma política de esfacelamento; vendendo o país a seu benefício; tudo para não sair do cargo, tudo para agradar as bancadas; enquanto os que o apoiam ganham com isso esse se mantém no poder, quando Temer não conseguir mais agradar a todos os outros partidos interesseiros que deixam ele aonde estar para conseguir vantagens privilegiadas, Temer cairá se esfacelando da forma que deve ser.

Pode e deve ser perguntado se um governo que está ilegitimamente no poder tem envergadura para realização de tantas reformas que interferem no dia a dia dos cidadãos; como é o caso, por exemplo, da reforma do ensino médio, a reforma trabalhista e da previdência social e até o conceito do que seria trabalho escravo, o que deixa o governo de Temer bem perto do que poderíamos chamar de piada política.

É do senso comum no Brasil ao pensarmos em política esquecermos da nossa responsabilidade quanto pessoas autônomas que mesmo dentro de espectros autoritários ainda temos a responsabilidade de escolha que permita a mudança dos aspectos sociais a qual estamos inseridos.

Esquecemos da autoridade a qual nos foi dada pela geração anterior que nos permite mudar a sociedade a qual estamos inseridos, sendo a liberdade de escolha a maior responsabilidade a qual podemos ter, sendo ela – a responsabilidade – entregue nas mãos de políticos  putrefatos que agem no poder angariando vantagens para si, e usando do bem público como bem privado.

A liberdade, a qual em tese temos, exige responsabilidade a qual é sempre negligenciada a cada nova eleição, não estabelecendo o nosso pensamento de forma a aprofundar as perspectivas de uma alteração a qual devemos e está atrasada que se faça. Nós procrastinamos o nosso dever como cidadãos, seres racionais, e por isso políticos, e responsáveis pelo mundo a qual nós queremos e temos em vista.

A cada duas translações, o ambiente fica cada vez mais escuro, a aparência é que estamos seguindo cada vez mais para o fundo da caverna; pensar em um futuro benevolente para todos, e por isso igualitário e solidário, não é simplesmente uma utopia e sim um ativismo para assim poder atingir a potencialidade que está escondida dentro do foço a qual nos metemos.

                                                               POR FAH SAN

No vídeo abaixo a filosofa Márcia Tiburi em entrevista a Cláudio Prado fala sobre um Brasil utópico do futuro; e fica a partir daí uma pergunta, qual mundo queremos criar?  Está é uma questão que deveríamos levar mais a sério!

INFORMAÇÕES DA POSTAGEM:

IMAGEM EM DESTAQUE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/fora-temer-por-latuff/