A pena de morte é um assunto polêmico, justamente porque divide opiniões. Há os que são favoráveis a pena de morte argumentando que uma pessoa que comete um crime grave contra outra pessoa perde totalmente a noção de humanidade, não sendo assim possível uma recuperação para o convívio em sociedade, ainda argumentam que seria uma forma justa para a pessoa pagar pelo crime cometido.

Um caso recente nos chama a atenção justamente pelos aspectos contraditórios envolto no crime e a condenação de forma aparentemente arbitrária.

Depois de 23 anos recruzo  o jovem Robert Pruett de 38 anos, foi executado dia 12 de Outubro de 2017, no estado do Texas (EUA) às 20h46 horário de Brasilia.

Robert Pruett estava preso desde os 15 anos

Ele foi preso aos 15 anos de idade quando foi acusado de cumplicidade no homicídio, a qual o pai dele estava envolvido, foi condenado a 99 anos de prisão, depois de tal episódio foi condenado a excussão – aos 20 anos de idade – após ter sido acusado de ter assassinado a facadas o guarda penitenciário Daniel Nagle a qual teria feito um relatório sobre Pruett.

Da primeira condenação muitos questionam referente ao sistema de pena judiciais extremamente repressivo, afinal de contas 99 anos é equivalente a uma prisão perpetua, aplicada a um jovem de apenas 15 anos, sem nenhuma chance para uma reabilitação para um convívio social; tendo assim toda a sua vida comprometida; vale a pena mencionar que o jovem não ficou nenhum dia livre posteriormente ao acontecimento referido, ou seja, nenhum dia de liberdade na sua vida adulta.

A segunda condenação foi também questionável uma vez que faltou provas materiais, tanto que o tempo para acontecer a execução foi em torno de 18 anos, pois os advogados conseguiram adiar várias vezes a execução de Pruett, uma vez que faltava uma prova para colocar o jovem no local do crime acontecido. A defesa alegou que Pruett foi vítima de um complô, vitima de outros que pelo que parece, tinham o interesse de realizar o homicídio de Nagle o que foi possível devido ao sistema penitenciário ser extremamente corruptível, alegam os advogados que os testemunhos eram totalmente contraditórios; apesar dos testemunhos faltou provas materiais.

O fato é que o ocorrido nos chama a atenção devido a fragilidade das provas que ali se encontravam para as duas condenações tão brutas e opressivas que tirá totalmente a liberdade, e elimina qualquer tipo de esperança de um ser humano de apenas 15 anos de idade e que poderia ter tido uma história diferente.

Parece que a vida não foi muito generosa  com Pruett; aos 15 anos foi condenado de cumplicidade em um homicídio, a qual o seu próprio pai era o principal envolvido;  aos 7  anos de idade já consumia narcóticos e também vendia, sendo acompanhado por um pai que foi detido várias vezes e por uma mãe viciada, parece que Pruett não teve ninguém que olhasse muito por ele, nem mesmo o estado.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: