NEGLIGÊNCIA NA “DEMOCRACIA”.

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TEMER E A SUA CORJA; E A NEGLIGÊNCIA DO DIREITO DEMOCRÁTICO DO BRASILEIRO.

Assistimos sentados em nossos sofás aflitos e perplexizados mais sem coragem para reagir de fato e consistentemente ao desmantelamento da consciência política, estamos inserido em uma democracia, assistindo a um jogo de interesses “oligárquicos” que fere cada vez mais a nossa forma de ver positivamente o regime democrático e que elimina o sentido de tal regime.

Temos atualmente no poder do governo brasileiro uma síntese do que poderíamos chamar tranquilamente de governo tirânico que mina aos poucos o gosto dos brasileiros por políticos; governo que estar no poder ilegitimamente e que desde então se segura como pode ao poder que lhe fora conferido.

Temer é um dos políticos mais dignos de pena a qual assistimos abraçar a sua cadeira no Palácio do Planalto como uma criança que acha um brinquedo e não quer largar, mesmo sabendo que não é dela; este é Temer que com 95 % de impopularidade, sendo assim o político a dirigir a republica com maior rejeição de todos os tempos; como fala a  filosofa Márcia Tiburi, “qualquer um que tem consciência, estaria depressivo ou ainda muito mal por conta disso”, mas não Temer que deseja continua no cargo, todos diz não mas Temer diz sim.

Temer vive e sobrevive de uma política de esfacelamento; vendendo o país a seu benefício; tudo para não sair do cargo, tudo para agradar as bancadas; enquanto os que o apoiam ganham com isso esse se mantém no poder, quando Temer não conseguir mais agradar a todos os outros partidos interesseiros que deixam ele aonde estar para conseguir vantagens privilegiadas, Temer cairá se esfacelando da forma que deve ser.

Pode e deve ser perguntado se um governo que está ilegitimamente no poder tem envergadura para realização de tantas reformas que interferem no dia a dia dos cidadãos; como é o caso, por exemplo, da reforma do ensino médio, a reforma trabalhista e da previdência social e até o conceito do que seria trabalho escravo, o que deixa o governo de Temer bem perto do que poderíamos chamar de piada política.

É do senso comum no Brasil ao pensarmos em política esquecermos da nossa responsabilidade quanto pessoas autônomas que mesmo dentro de espectros autoritários ainda temos a responsabilidade de escolha que permita a mudança dos aspectos sociais a qual estamos inseridos.

Esquecemos da autoridade a qual nos foi dada pela geração anterior que nos permite mudar a sociedade a qual estamos inseridos, sendo a liberdade de escolha a maior responsabilidade a qual podemos ter, sendo ela – a responsabilidade – entregue nas mãos de políticos  putrefatos que agem no poder angariando vantagens para si, e usando do bem público como bem privado.

A liberdade, a qual em tese temos, exige responsabilidade a qual é sempre negligenciada a cada nova eleição, não estabelecendo o nosso pensamento de forma a aprofundar as perspectivas de uma alteração a qual devemos e está atrasada que se faça. Nós procrastinamos o nosso dever como cidadãos, seres racionais, e por isso políticos, e responsáveis pelo mundo a qual nós queremos e temos em vista.

A cada duas translações, o ambiente fica cada vez mais escuro, a aparência é que estamos seguindo cada vez mais para o fundo da caverna; pensar em um futuro benevolente para todos, e por isso igualitário e solidário, não é simplesmente uma utopia e sim um ativismo para assim poder atingir a potencialidade que está escondida dentro do foço a qual nos metemos.

                                                               POR FAH SAN

No vídeo abaixo a filosofa Márcia Tiburi em entrevista a Cláudio Prado fala sobre um Brasil utópico do futuro; e fica a partir daí uma pergunta, qual mundo queremos criar?  Está é uma questão que deveríamos levar mais a sério!

INFORMAÇÕES DA POSTAGEM:

IMAGEM EM DESTAQUE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/fora-temer-por-latuff/

 

HÁ LIBERDADE 2º SARTRE * FAH SAN

Destaque

 

 

 

A filosofia existencial do Francês Jean Paul-Sartre (1905-1980)  teve muita influência na França a qual foi saturada pela Segunda Guerra Mundial, sendo a filosofia existencial de Sartre conceitualizada na ideia de liberdade, ideia está levada ao extremo do que podemos chamar de liberdade.

Sartre foi muito provavelmente o filosofo que em vida conseguiu atrair mais atenção, podendo transforma em vida a sua filosofia em uma verdadeira manifestação cultural ascendente na França.

Para Sartre tudo que tem existência, exceto o ser humano, é irracional,  assim  estão presos a sua própria existência, dentro da sua funcionalidade, não podendo deliberar.

 

Sobre a mesa de jacarandá, há  uma carta fechada. Apanho, na gaveta, uma faquinha para abrir envelopes – corta – papel é o termo exato. Este corta-papel, especificamente é herança de minha avó; o cabo é adornado por uma excêntrica, mas perturbadoramente  verossímil cabecinha de cachorro. A lâmina é cega, exceto pela ponta, que se afina em ânulo abrupto. Tudo nesse objeto (exceto a efígie canina) serve a uma função clara: abrir papéis. Introduzo a ponta da lâmina na fresta da pala, faço um movimento seco e rápido com a mão. Excelente, essa faquinha. Não sei quem produziu, mas o sujeito sabia o que estava fazendo.

José Francisco Botelho (Livro: A Odisseia da Filosofia; Uma breve história do pensamento ocidental; Editora Super Interessante) 

 

No texto citado acima, o objeto do corta – papeis, foi feito para uma finalidade; sendo ele criado racionalmente pelo homem, sendo este um objeto que a essência precede a existência, pois a finalidade dele é clara.

Devido a ausência de racionalidade dos animais, eles são presos dentro das possibilidades que lhes são colocadas, então eles apenas existem. Um animal não cria a sua individualização, segue o instinto, que lhe é próprio; o que não é o caso do homem, pois embora com limitações tem a liberdade de realizar, da sua existência, o que quiser.

A importância da sua filosofia está exatamente na radicalização do humano, tendo como princípio o próprio ser humano e nada além, tirando assim a responsabilidade da divinização da natureza – como é de praxe na filosofia antiga – e também do divino no sentido religioso; por este motivo primeiro existimos, e somente posteriormente nós construirmos a nós mesmos.

 

 

”Primeiramente, o homem existe, se descobre, surge no mundo e só depois se define”. 

Jean Paul-Sartre

 

 

Segundo Sartre todo homem está condenado a ser livre, tendo ao seu dispor o poder de escolha para o que deseja realizar, uma vez que a existência do homem vem antes de qualquer coisa, podendo assim ser responsável pela sua realidade.

Para Sartre você é aquilo que você faz, ou seja, são as suas atitudes que irão definir a sua identidade; são as suas decisões que vem após a existência que define quem você é; sendo assim, eu existo primeiro e posteriormente defino qual será a minha essência, pois se não há deus antes que definiu quem é a pessoa que sou, que pré-estabeleceu uma série de regras, definindo assim, anteriormente qual seria a minha essência, então, eu existo antes de qualquer coisa, e eu posso definir qual será a minha história.

 

 

“Quanto aos homens não é o que eles são que me interessa , mas o que eles podem se tornar”  

Jean Paul-Sartre

 

 

Há em Sartre uma liberdade criada dentro de uma individualidade que é posta dentro de uma radicalização extrema, assim também o tempo ganha uma nova significação, uma vez que se há está liberdade extrema então cada ser humano, em cada época a qual vive tem a liberdade de ser quem ele quiser, e fazer a sociedade a qual ele deseja; sendo assim podemos dizer que este é um ponto de convergência entre a individualidade e coletivo; trazendo assim para dentro desta filosofia aquela a qual é o seu maior problema, a angústia.

A angustia é gerada devido a esta extrema liberdade a qual o ser humano tem;  livre de qualquer superioridade divina a qual pode lhe instrui por meio de regras, definindo assim a sua vida; o homem sapiens sapiens (o homem sabe que sabe)  fica perdido diante das possibilidades de escolha, podemos escolhermos, ser o que quisermos ser, e temos que nos responsabilizarmos por nossas ações, caso contrário usaremos de má fé.

A má fé em Sartre é quando a pessoa se exime da responsabilidade dos seus atos; como o ser humano é livre então ele deve escolher o que ele quer para ele e também deve assumir as suas responsabilidades diante do mundo.

O homem é totalmente responsável por si mesmo, por sua história e consequentemente pela história dos outros que estão a sua volta; sendo assim a minha ação é livre e tem que representar aquilo que afirmo no mundo como válido, tendo a ciência que as minhas escolhas irão interferir em vidas alheias a minha.

 

 

 “E como se a humanidade jogasse os holofotes sobre você, esperando que você haja, para saber quem ela é, pois o que é o homem? O homem não é nada além do que faz; o que há  é uma sempre renovada definição de homem a partir da vida de todos os homens”

Jean Paul-Sartre

 

 

A filosofia de Sartre nos coloca frente as nossas escolhas, frente aos obstáculo a qual temos; independentemente das dificuldades a qual é apresentada, o individuo tem liberdade para deliberar e agir, sendo assim, é responsável pelo que decide; independente se a nossa liberdade é cerceada, ainda assim temos a responsabilidade de agir e escolher.

 

AUTOR: FAH SAN.

 

O documentário abaixo mostra a importância de Sartre para a sociedade a qual ele viveu, além de ter fatos históricos, a sua bibliografia é colocada também em cena e podemos compreender o quanto estava realmente comprometido com o existencialismo ou como ele à chamava,  filosofia existencial,  filosofia está que levou como modo de vida, indo ao extremo.

 

 

 

 

 

Referencias:

O Livro Da Filosofia/Editora Globo/ DK LONDRES

Botelho, José Francisco. A Odisseia da Filosofia. Editora Super Interessante

 

 

 

 

 

 

A Performance Art que chocaria até nos dias atuais.

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Muito se questiona referente a produção artística, frases conhecidas como, por exemplo, “isso não é arte ” ou “no meu tempo era muito melhor” ajuda a polemizar referente a discussões virtuais que no final das contas viram monólogos, pois virá uma discussão a qual as pessoas estão muito mais preocupadas em falar dos seus preceitos morais do que pensar realmente referente ao objeto artistico.

A verdade é que eventos como ocorridos anteriormente no Museu de Arte Moderna com a performance “La Bête” ou no Queermuseu não foi o suficiente para validar os questionamentos, diga- se de passagem – se tivesse tido tais questionamento de forma dialogal  – e não com imposições individuais, como foi – seria muito mais produtivo –  o discurso foi vazio.

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“La Bête” foi inspirada na obra de Lígia Crack “Bicho”,   em cena o coreógrafo Wagner Schwartz; nesta performance Schwartz se coloca nú e vulnerável diante do público e convida o público para moldar o seu corpo.

As objeções de maiores reincidências nesses episódios acontecimentos foram as pessoas dizendo que aquilo que foi produzido não foi arte uma vez que não havia nenhum aprimoramento técnico envolvido, porém não ouve discussão mais aprofundada sobre tais definições, tendo assim, somente discursos vazios sobre o ocorrido.

Vazio; uma vez que o que foi levantado nestas discussões desses dois episódio foi insuficiente para produzir uma compreensão aprofundada, sobre o que é arte; se a arte possui padrões; se a arte possui objetivos; se a arte tem alguma utilidade; o que é estética e o que é o sublime?

Este Blog vai discutir com recorrência referente a tais questões envoltas no campo da Filosofia da Arte e Estética, com mais abrangência e profundidade nos próximos artigos.

O que destaco neste escrito é que a arte desde sempre causa diversas sensações, desde uma emoção delicada há uma emoção de repulsa; a arte acontece através da fruição; uma ação acontece como a performance art, peça teatral, quadro exposto, um filme a qual assisto, enfim, independente é  criada uma conexão entre o objeto artístico e quem assiste.

Com o advento da internet o público toma contato com estes eventos artístico que no caso  do Brasil são mais comuns em museus; o que é algo comum para quem já é público destes eventos artísticos é um escândalo para o grande público; vira polêmica em redes sociais,  falo das redes sociais, pois são nelas que as pessoas (grande contingente de pessoas)  tomam contato com essas obras artísticas de uma forma superficial, pois é através de um registro imagético feito de forma despretensiosa a qual o público tem um contato questionável com a obra de arte, criando interpretações supervisais, ocorrendo uma eclosão de discursos a qual cria uma polêmica desnecessária, uma vez que hoje em dia o que vale a pena é pagar de inteligente.

Vale a pena destacar a importância da Performance Art como manifestação artística; tendo ela uma importância política de reivindicação ou apenas como um contato delicado, como uma fina e sensível linha que estabelece com o público, que foi o caso de “La Bete”.

Gostaria de citar uma artista de Performance Art que foi absolutamente contundente com o seu tempo, produzindo várias performances de cunho político e que até hoje poderia causar espanto nas  pessoas que veem mais não buscam uma interpretação de forma mais apurada do objeto artístico, a artista é a Valie Export e a performance a qual vou citar neste artigo é Action Pants: Genital Panic.

Em 1969, Valie Export, realizou a Action Pants: Genital Panic em um cinema em Munique; vestida de preto, com a sua genitália a mostra,  Valie Export passava pelas fileiras do cinema,  a sua genitália ficava na altura dos olhos de quem estava sentado olhando aquela intervenção artística; ela desafia os outros a interagir com uma mulher real e não com uma imagem a qual estava na tela, a qual foi construída diante de todas as artificialidades possíveis.

As fotos da performance foi tirada com a Valie Export portando uma arma provocando ainda mais a reflexão.

Ao realizar a ação artística a Valie Export levantou questões importantes para a sua época, como por exemplo, o questionamento da figura da mulher na sociedade a qual está inserida,  sendo uma relação fetichista do homem em relação a mulher, sendo ela, a mulher, encaixada dentro de uma lógica opressiva a qual impossibilita a busca feminina pela igualdade em relação aos homens; a performance realizada naquela época, foi de enorme contundência uma vez que era imanente aos questionamentos da época.

O trabalho de Valie Export é amplo sua arte parte  da performance art indo a video art e passando ao cinema experimental.

Está Performance trás reflexão ao publico, exatamente pelo fato de chocar quem a ver; tem contundência entre a ação artística e as circunstâncias a qual a performance art se encaixa, Valie Export diz que “o corpo feminino sempre foi uma construção” e acha que só com liberdade de expressão do dialogo travado entre as mulheres pode construir a sua própria imagem, um auto-retrato como a mesma define.

 

 

 

A TRAGÉDIA DO JOVEM PRUETT

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A pena de morte é um assunto polêmico, justamente porque divide opiniões. Há os que são favoráveis a pena de morte argumentando que uma pessoa que comete um crime grave contra outra pessoa perde totalmente a noção de humanidade, não sendo assim possível uma recuperação para o convívio em sociedade, ainda argumentam que seria uma forma justa para a pessoa pagar pelo crime cometido.

Um caso recente nos chama a atenção justamente pelos aspectos contraditórios envolto no crime e a condenação de forma aparentemente arbitrária.

Depois de 23 anos recruzo  o jovem Robert Pruett de 38 anos, foi executado dia 12 de Outubro de 2017, no estado do Texas (EUA) às 20h46 horário de Brasilia.

Robert Pruett estava preso desde os 15 anos

Ele foi preso aos 15 anos de idade quando foi acusado de cumplicidade no homicídio, a qual o pai dele estava envolvido, foi condenado a 99 anos de prisão, depois de tal episódio foi condenado a excussão – aos 20 anos de idade – após ter sido acusado de ter assassinado a facadas o guarda penitenciário Daniel Nagle a qual teria feito um relatório sobre Pruett.

Da primeira condenação muitos questionam referente ao sistema de pena judiciais extremamente repressivo, afinal de contas 99 anos é equivalente a uma prisão perpetua, aplicada a um jovem de apenas 15 anos, sem nenhuma chance para uma reabilitação para um convívio social; tendo assim toda a sua vida comprometida; vale a pena mencionar que o jovem não ficou nenhum dia livre posteriormente ao acontecimento referido, ou seja, nenhum dia de liberdade na sua vida adulta.

A segunda condenação foi também questionável uma vez que faltou provas materiais, tanto que o tempo para acontecer a execução foi em torno de 18 anos, pois os advogados conseguiram adiar várias vezes a execução de Pruett, uma vez que faltava uma prova para colocar o jovem no local do crime acontecido. A defesa alegou que Pruett foi vítima de um complô, vitima de outros que pelo que parece, tinham o interesse de realizar o homicídio de Nagle o que foi possível devido ao sistema penitenciário ser extremamente corruptível, alegam os advogados que os testemunhos eram totalmente contraditórios; apesar dos testemunhos faltou provas materiais.

O fato é que o ocorrido nos chama a atenção devido a fragilidade das provas que ali se encontravam para as duas condenações tão brutas e opressivas que tirá totalmente a liberdade, e elimina qualquer tipo de esperança de um ser humano de apenas 15 anos de idade e que poderia ter tido uma história diferente.

Parece que a vida não foi muito generosa  com Pruett; aos 15 anos foi condenado de cumplicidade em um homicídio, a qual o seu próprio pai era o principal envolvido;  aos 7  anos de idade já consumia narcóticos e também vendia, sendo acompanhado por um pai que foi detido várias vezes e por uma mãe viciada, parece que Pruett não teve ninguém que olhasse muito por ele, nem mesmo o estado.

As condições práticas para uma vida feliz, segundo a filosofia de Epicuro: para uma vida mais feliz hoje

 

 A felicidade é um “objeto” buscado pelo o homem desde os tempos primordiais da existência do homo sapiens sapiens, a busca por uma satisfação e contentamento da consciência é uma busca a qual o ser humano coloca-se em detrimento da sua conservação, ligado a essas necessidades encontramos a filosofia epicurista nascida no século IV a.C., momento a qual a filosofia irá migrar a reflexão coletiva para a individual, sendo colocado como centro discursivo a felicidade.
O epicurismo foi uma corrente filosófica fundada na Grécia antiga a qual busca a vida feliz utilizando como base para o alcance da felicidade através do prazer, tendo este uma fundamentação dentro de um aspecto distinto do que seria o prazer instintivo sem uma base propulsora de intencionalidade racional, sendo o prazer totalmente reflexivo e análogo à ausência de incômodos, tristezas, doenças, sendo estabelecido no entanto segundos as próprias argumentações da escola epicurista que o prazer é a ausência de pertubação mental e física.
Devemos pautar que a felicidade para a filosofia epicurista não é o alcance de uma euforia desenfreada e sim uma construção racional, empregada para a vida prática em sociedade, viver feliz é viver de acordo com os preceitos básicos de contentamento gerado pelo apaziguamento e com estabilidade emocional , tendenciando ao prazer de forma prudente, para assim atingir a verdadeira felicidade.
As possibilidades para atingir os demais prazeres surgidos e o bom aproveitamento é possível devido a ausência de pertubações mentais e físicas, ou seja, devido ter acesso a um prazer primeiro, mínimo e gerado por coisas mínimas, se colocando como prerrogativa o fato de o prazer ser ausência de pertubações, gerando assim a paz de espírito.
Epicuro divide o prazer em três tipos, sendo eles naturais necessários, naturais e não necessários e os não naturais. Explicitando com maior afinco, essas divisões: os naturais e necessários aponta para o mínimo a qual deve ser usado como manutenção do ser, ou seja, dentro de uma proposição interrogativa do que realmente é necessário para que o ser humano possa viver confortável, sem a busca de aspectos desnecessários que aponte para o exagero de determinadas formas de agir, ou seja, acesso a alimentação e vestimenta básica para que o indivíduo possa manter o seu corpo saudável, moradia para proteção; a segunda forma de prazer são os naturais não necessários, na qual os indivíduos podem aproveitar, porém tomando os devidos cuidados, estipulados pela prudência, para então não ter o risco de fazer com que estes prazeres possam se apossar da parte racional das pessoas, transformando eles , os prazeres, em vício, que para os gregos estar relacionado a desmedida, trazendo indeterminação a sua condição prática de convívio consigo mesmo e com os outros, por esses motivos, deve o indivíduo ter os devidos cuidados para o melhor aproveitamento dos prazer não necessários prazeres de forma sábia; o terceiro tipo de prazer são os não naturais, aos quais os indivíduos não devem de forma alguma procurar, como a glória, a riqueza, a fama, entre outros, pois os prazeres não necessários existe apenas como convenção de uma sociedade, dispensáveis em todos os aspectos, uma vez que trás o lado oposto daquilo a qual o indivíduo quer, quando busca este tipo de prazer, desgastando eles facilmente.
A prudência é determinante para que o indivíduo possa atingir a ataraxia e daí em diante atingir a estabilidade psíquica e a felicidade pelo prazer de forma continua, o indivíduo deve sempre procurar a paz de espírito e para que isso ocorra Epicuro fala que tanto a alma como o corpo devem está livres de pertubações, devendo livrar-se delas o mais prontamente possível, para a alma Epicuro recomenda que devemos lembrar de imagens do passado agradáveis ou pensar em imagens a qual nos diz de um futuro que possa ser diferente do que está nos apresentando, pois quando ativamos a memória isto trás coisas que são boas para o espírito, pelo afastamento – do tempo presente – a qual é posto, distanciando daquela dor, a qual nos aflige no presente.
Podemos deduzir que a questão do remédio para a saúde psíquica está ligeiramente abastecida pela convencionalidade temporal, então tempo e saúde da alma estão ligados na concepção epicurista.
Em relação a saúde do corpo devemos cuidar das dores físicas e sana-las o tão logo quanto possível, podemos assim estabelecer sem mais delongas a mediação entre saúde do corpo e a parte medicinal, sendo a medicina algo que estar posto externamente e que interfere na parte interna, do ser humano. Porém vale também o distanciamento temporal a qual foi dito anteriormente, pois torna-se necessário pensar em outras possibilidades a qual o futuro possa guardar.
Na relação saúde da alma, encontramos um processo que acontece inteiramente internamente, o indivíduo com ele mesmo, em relação a saúde do corpo verificamos a razão de uma interferência externa que irá fornecer a possibilidade para a modificação a qual deve ser realizada internamente, posteriormente.
Podemos concluir em relação a felicidade é algo a que depende dos esforços da própria pessoa, pois depende da decisão da parte psicológica do indivíduo para buscar a saúde da alma e do corpo, pois se a consciência não quer e não se preocupa para com isto, em casos de doenças o indivíduo não irá curar-se, o indivíduo é inteiramente responsável por busca-la e alcança-la, deve buscar a felicidade por meio de um interim de fomento, pois corpo e mente (alma), andam juntas.
A felicidade, em Epicuro, seria o equilíbrio, ou seja, a virtude , inerente a cada um de nós, exercida pela prudência, atingida pela busca do prazer, sendo o prazer , a ausência de pertubações da alma e do corpo.

 

Referências: 

MELANI, Ricardo. Diálogos: primeiros estudos em Filosofia. 2. ed. São Paulo. 2016.

MARCONDES; Danilo. Iniciação à história da Filosofia: dos Pré-socráticos a Wittgenstein. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2007.

ARANHA; Maria Lúcia de Arruda. MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando. Introdução à Filosofia. 4. ed. São Paulo: Moderna, 2009.

 

 

 

 

 

 

 

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O presidente Bolsonaro está certo!

                                                                                                                                  Autor: Fah San

Para quem diz: O presidente Bolsonaro está certo, e devemos respeitar a sua autonomia de presidente, ao querer cortar parte da verba nas ciências humanas.

Primeiramente, risadas, pois a risada é necessária as vezes quando a situação é constrangedora demais.

O problema queridos é que as universidades tem a sua autonomia, e recebe este nome de universidade exatamente por disponibilizar aos seus estudantes uma visão interdisciplinar, caso contrário não seria universidade. Ele informa que deseja investir na área de medicina, o que é a bioética se não uma abordagem da ética aplicada, a qual os estudantes de medicina deve estudar, o que seria o direito, se não fosse a sociologia e a filosofia.

O problema está posto, exatamente porque os nossos atuais governantes não entende, nem a sociologia e nem filosofia. E se o nosso presidente entendesse não falaria tanta grosseria, pelo contrário, teria até mesmo maior cuidado com as suas palavras, pois entenderia o que é a filosofia e sociologia, e também algo chamado de lógica, coisa que lhe falta.

E para finalizar quem votou ou não em Bolsonaro deve exigir e pressionar, afinal de contas cidadania não é apenas votar, é também acompanhar o político, sendo quem você votou, ou não, para que as decisões sejam tomadas de forma responsável.

 

 

Acesse:

https://www.facebook.com/afilosofiaestapresente/

https://www.facebook.com/fahsan.f

 

 

BOZO AGRIDE!

Autor: Fah San

Muito contraditório, para o Bozo, família “tradicional” é bíblia em uma mão e arma na outra!

Se estivesse interessado em defender a família ele não teria sido omisso no caso Evaldo, que foi morto com 80 tiros, caso digno de revolta, mas ele prefere ficar desviando a atenção da população, que não presta a atenção nos absurdos, digno de um espetáculo de horror.

A Filosofia e a Sociologia, cada uma com a sua metodologia própria, poderia nos ajudar a entender melhor o que acontece, chama a atenção que elas são descreditadas pelo Governo, desgovernado.

O descaso com as Ciências Humanas e Aplicadas, rebaixada pelo governo -penso eu – a conversa boêmia, demonstra o quanto desprezam os conhecimentos que possibilitam o senso crítico, e que possibilita a atividade reflexiva. Para o Ministro da Educação Abraham Weintraub, principalmente, a filosofia e a sociologia não merece o investimento público, Bolsonaro diz que não tem retorno ao contribuinte, e acha justo que isso ocorra.

O caso do desinvestimento e do impedimento da campanha publicitária do BB demonstra intolerância a tudo que não está em conformidade com aquilo que pensa, pois tem uma mentalidade autoritária e fascistoide, demonstrada também quando o Exército Brasileiro assassina um pai de família e trabalhador, que estava indo para um chá de bebê, e o presidente pronuncia-se depois de uma semana, tratando o caso como um incidente, quando a palavra certa é execução, assim como, a tentativa de assassinato do o estudo e da pesquisa em filosofia e sociologia, e o perseguição à liberdade de expressão, a nossa democracia está sendo assassinada a cada dia.

Espero que as pessoas acordem em quando há tempo!

 

COMPARTILHEM,  por favor:  afilosofiaestapresente.blog

 

ABAIXO MAIS ARTIGOS

# Compartilhando o que tem na rede: indicações de vídeos.

Neste vídeo o narrador fala os principais motivos por não votar no candidato ao governo de São Paulo João Dória. O vídeo é da página www.jornalistaslivres.org e vale apena ser visto.
O segundo vídeo ainda com o assunto João Dória fala de uma estória no mínimo patética envolvendo tal político: https://www.youtube.com/watch?v=KGXgAI13iSc
Veja o que o nosso possível futuro presidente fala sobre a Ditadura: https://www.youtube.com/watch?v=LyOvIrvKZD8    e após veja o último link deste post, vídeo que trás o professor de história Leandro Carnal  (UNICAMP). 
recomendo um vídeo famoso e antigo, porém que vale apena ser revisto:
E os dois últimos vídeos fala da ditadura instaurada no Brasil, importantíssimo para quem acha que a ditadura não existiu no nosso país e que o quê os professores de história fala é uma grande baboseira, pois fora apenas uma intervenção sendo a tortura justificada devido ao combate de comunistas que queriam tomar o poder.
Em época de eleição em que um dos candidatos é um apoiador convicto do regime militar é necessário que as pessoas peguem os livros de história do ensino médio e leiam antes deles mesmos falarem asneiras. 
É minimamente desconfiável que pessoas que tem uma posição tão radical mude logo quando é candidato, vale apena lembra que o possível presidente em 2016 prestou homenagem a Carlos Alberto Brilhante Ustra ( https://www.youtube.com/watch?v=54KUDU-u1P0 ) durante o picadeiro do impeachment da  então presidente Dilma Roussef.
e

Pense em quem irá votar! 

A democracia é um ato de responsabilidade.

#Compartilhando o que TEM NA REDE

Marielle Franco, PRESENTE!

                 NÃO vamos nos CALAR

Após a truculência do assassinato da vereadora Marielle Franco, fica no ar o mistério da morte de alguém que lutava por uma justiça a qual fosse ética, uma justiça que fosse contundente com o cenário social a qual vivemos, neste vídeo (abaixo) e realizada uma analogia do assassinato da vereadora, com uma cena do filme Tropa de Elite, aonde um homem após ter realizado uma denúncia contra melicianos e assassinado por tiros, tendo uma similitude grande com o ocorrido com a Marielle uma vez que o personagem fora morto após realizada uma denuncia para a polícia.

 

 

É sempre bom lembrar que não vamos nos calar, pois para o exercício da democracia há à necessidade de liberdade de pensamento, liberdade de fala, e lugar de fala; a sua fala tem o direito de ser ouvida sem o risco de ser calado. 

 

REFERÊNCIAS:

Vídeo publicado originalmente em: https://www.facebook.com/quebrandootabu/videos/2121462674576775/UzpfSTEwMDAyNzY1NTg3NzY4NToxNjA4OTc1NjE1MDg3NzI/

Imagem (foto) da publicação está no Link: https://www.google.com.br/search?q=marielle+presente&rlz=1C1HLDY_pt-BRBR766BR766&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwi_2-SCiL7dAhXFh5AKHUTBAUYQ_AUICigB&biw=1517&bih=701#imgrc=zwgDY2mj3K14ZM:

 

Texto: Fah San

# Compartilhando o que tem na rede; reportagem da BBC News.

Com certeza um dos maiores problemas do país é a sua falta de controle em relação a organização; está matéria publicada pela BBC News busca compreender o caminho dos desvios de projéteis, a qual ocasiona uma verdadeira alimentação do crime organizado, aonde o estado ajuda a organizar o crime organizado; aponta para a necessidade de tomar maiores medidas para assim o estado não dar alimento para inimigos a qual cresce.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45149528#orb-banner

Bolsonaro e o Primitivismo da Conscência

Bolsonaro e o primitivismo da Consciência

A reflexão a qual temos de nós mesmos, sendo ela individual, porém o fato da consciência ser individual não nos impossibilita de refletir em relação a consciência a qual as outras pessoas tem sobre a vida.

A ação de nos colocarmos em um exercício reflexivo sobre consciência, personalidade e carácter do outro, sendo uma tarefa importante quando se trata de uma figura pública, com ideias polêmicas, a qual vem influenciando em larga escala populacional.

Pseudoconsciência política

Bolsonaro é um dos políticos a qual vem ganhando espaço nas mídias; como em várias pesquisas mostra o prediletismo candidato a presidência da república em 2018; tais eleitores do candidato, fazem questão de colocá-lo como o salvador da pátria, alguém que vem para salvar o Brasil da ignorância, o que é em excessivamente irônico, pois o desmanche intelectual a qual ele mesmo faz com a sua imagem, é algo que poucos consegue, bastando poucas palavras para que a imagem do Bolsonaro seja diluída, isto pelo motivo do Messias possuir uma visão limitada de mundo, domina pouco tais questões como economia, a qual é de interesse absolutamente grande dos Brasileiros ou a fatos históricos, pois segundo ele “os portugueses nunca pisaram na África, foram os africanos que se entregaram como escravos”. Acrescento que para todos os questionamentos feito, Jair Bolsonaro ele sempre tem alguém de confiança e/ou irá montar uma equipe, mas ele mesmo não sabe [se quer!] falar sobre a situação atual econômica do Brasil. De fato pelo devido a cobranças ele melhorou um pouco, mas bem pouco a suas opiniões, porém ainda é pra ter pena.

Mas por qual motivo o Bolsonarismo está virando uma febre?

A ascensão intelectual de uma direita ainda aspirante no Brasil criou uma ânsia para encontrar intelectuais e políticos que poderiam subsidiar a sua visão, assim há um grupo de pessoas as quais ver o político/messias como uma pessoa a qual poderia representar muito bem estas pessoas.

O Messias que veio para “salvar” a nação se mostra indiferente com as causas sociais, aonde tem uma visão limitada, pois como faz questão de falar, a minoria tem que abaixar a cabeça para a maioria, ou seja, não estar se importando com grupos que tem uma certa carência social; tem uma visão machista do mundo, como por exemplo a posição da mulher no mundo capitalista, chegando até mesmo a dizer que se caso fosse empresário não contrataria mulheres.

Bolsonaro vai contra os postulados defendidos pela grande maioria atualmente, sendo que para muitos ele fala a verdade de modo inflamado, verdadeiro e autentico, para outros é apenas um Jeca a qual tem uma visão limitada, uma mente golpista e não tem opinião embasada alguma, é apenas uma pessoa grosseira falando.

Em resumo é um candidato limitado intelectualmente, indiferente ao outro, machista e homofóbico; podemos assim resumir tal aspirante a candidato, porém o fato que chama muito a atenção, é que tais limitações não são percebidas por um grande quantidade de pessoas, tento assim “defensores e panfleteiros” que o defende.

Grande parcela de pessoas reacionárias e que posso usar os mesmos adjetivos, que usei para descrever Bolsonaro, está saindo do anonimato, para destilar o ódio e defender uma visão arcaica que até então pensávamos que estavam mortas, como por exemplo, a volta da ditadura militar, retorno a valores ultrapassados, como a dependência das mulheres aos homens, a indiferença, ou até mesmo o ódio, contra gays, lésbicas e transsexuais, até mesmo a liberdade para discutir determinadas questões, tendo ele mesmo uma postura autoritária, agindo com agressividade; sendo assim impossível o dialogo com o messias afinal messias é messias e é atemporal.

Ao que aparenta é que a liberdade que foi conseguida para que as pessoas possam se expressar, e guiar as suas vidas como querem, ofendeu os crédulos de uma vida regida por preceitos morais ultrapassados – defendendo assim, uma visão conservadora equivocada, pois o conceito de conservadorismo político está bem distante do que as pessoas que no Brasil dizem-se conservadoras defende – fazendo estas pessoas que defendem um conservadorismo ultrapassado e amador sair do armário e assumir Jair Messias Bolsonaro, como o seu representante legítimo.

Consciência

O significado de consciência pode ser determinado como o conhecimento a qual o individuo adquire do seu eu; podemos considerar a consciência como um processo individual, a qual todos nós passamos de autoconhecimento. A consciência sobre o eu determina as nossas atitudes, sendo que ao falarmos de consciência estamos falando da nossa leitura sobre determinados acontecimentos e aspecto, uma vez que a atitude de leitura sobre o mundo é individual, e depende da consciência a qual temos do eu, tendo as atitudes a qual tomamos uma ínfima ligação com a concepção do eu e com a consciência a qual se tem do eu, sendo as atitudes tomadas ativas ou passivas determina as nossas atitudes e comportamentos frente a vida.

O conceito de consciência nos leva aos conceitos como personalidade e carácter, o primeiro ligado parte irracional das nossas vidas, estando ligado ao que chamamos de emoção, e que irá ser parte influente para como iremos agir em determinados acontecimentos, a outra está mais ligada com as atitudes ativas a qual tomamos e o que determina se aquilo a qual fazemos é bom ou ruim, dependendo assim da consciência do eu e de uma reflexão para como iremos lidar com determinados acontecimentos. O segundo aspecto da nossa psique pode ser longamente influenciado pelo segundo; uma vez que determinadas atitudes que podemos tomar de forma irracional de acordo com os nossos instintos naturais, porém o carácter se esforça para moldar o primeiro e tendenciar o individuo a ter uma postura ética.

A consciência é um fator determinante uma vez que entrevem no distanciamento e análise dos afetos, este distanciamento permite com que analisemos e colocamos o conceito subjetivo de personalidade sobre análise, sendo que a personalidade intervem de forma quase imediata em nossas atitudes, tomando tal princípio de distanciamento podemos intervir de forma mais consistentes em nossas ações, e exercer o julgo, uma vez que podemos determinar se as nossas atitudes são éticas e definir desta forma se são de bom caráter.

A tendência para determinar o que seria de bom ou mau carácter geralmente vem de um espaço externo ao eu; é uma predisposição do indivíduo, mas a sua padronização estética e ética vem de um julgamento de uma consciência coletiva externa, sendo um julgamento qualitativo, demonstrativo e relativo dos acontecimentos, que tem como fator determinante a moral.

O julgo do caráter apreendido por uma coletividade externa pode ser forjado, pois está sobre o julgo do individuo e seus observadores, e por isso é de bom tom analisarmos, mais profundamente este movimento com cuidado e sempre com abertura para uma mudança em relação a concepção.

O que estamos vendo no mundo político é um grande contingente de pessoas a qual ver o diferente com indiferença, fechando as suas concepções de mundo dentro de um modelo inexoravelmente limitado, a qual não abarcar o que está fora do estético padrão defendido.

As pessoas a qual tem um primitivismo de consciência se encontrarão e encaixou as suas ideias selvagens dentro de uma moral farsesca, para ficar mais light para todos; a consciência engana a se própria; achando que está fazendo um bem; é de se estranhar uma concepção política que acha que a diferença em relação ao status social deve não apenas se manter mais também ser discernida para toda a sociedade.

O primitivismo da consciência está justamente na ciência da existência e para manter a existência individual, o indivíduo ou o coletivo descarta fatores empáticos ao outro, pois a empatia pode ocasionar uma coalizão entre a manutenção da vida (individual) ou do bem estar social (coletivo) e a extinção da vida (individual) ou o caos social (coletivo); podemos ver isso acontecer no Nazismo, no discurso de candidatura de Donald Trump, e nos discursos do Bolsonaro e bolsonaristas que defende a sua visão em cima de um patriotismo ultrapassado e que não dialoga mais com o intercambio cultural e a concepção de direitos humanos, a qual vemos as suas necessidades práticas e conceituais.

O princípio de bom caráter é forjado em nome de um conforto social nacional, aonde a maioria abafa a minoria, em prol de um discurso de um levante ao patriotismo e a extinção das expressões das diferentes frentes sociais; sendo forjada a consciência e o caráter de forma coletiva.

O primitivo está justamente no ato da sobrevivência selvagem; pois para que eu sobreviva irei matar a você!

FAH SAN

Compartilhando o que tem na rede – Artigo do Nexo Jornal – O mau combate de João Doria

ACELERA!

Frase celebre do nosso incongruente ex-prefeito da cidade de São Paulo. O ex-prefeito deixou a chance de fazer história, como um cidadão comum; espera, o certo é “comum”, diga-se de passagem, uma vez que o ex-prefeito, é um empresário podre de rico, porém não fazia parte do meio político, pelo menos de maneira direta, podendo desta forma mostrar que a política é um lugar de transformação da sociedade a qual vivemos, o fato e que Doria preferiu descumprir com umas das suas promessas mais importante, feitas com duas premissas, a primeira delas falava que iria ficar até o final do mandato de quatro anos e a segunda que não iria seguir carreira política, uma vez que gostaria de contribuir para a melhoria da cidade de São Paulo, duas premissas falsas e desfalcadas de legitimidade, pois irá deixar o cargo conquistado na capital para tentar angariar o cargo de governador e não cumpriu o seu mandato até o final.

Isto sem contar as medidas a qual tomou no seu mandato como a famosa ração que foi rechaçada por grande parte da população, uma vez que tratava a população como animais, além de cortes em praticamente todas as áreas, secretárias necessárias para o bom funcionamento da cidade também foram cortadas, vale ressaltar que durante o período a qual ficou a frente da prefeitura, a cracolândia só mudou de espaço, ou melhor  expandiu para espaços, acrescentando ao histórico do nosso querido agora querido ex-prefake, declarações contra manifestações, tratando os manifestantes como vagabundos, e professores como animais de circo do século passado,  a piada do programa cidade linda, que mais pareceu o programa cidade cinza; por estas e outras a população deve pensar muito bem antes de ir nas urnas e escolher um político que não é mais um que prática politicagem das mais escancaradas a que pode existir.

Então segue a indicação de leitura do nexo jornal do artigo O  mau combate de João Doria:

https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2018/O-mau-combate-de-João-Doria

 

 

 

# COMPARTILHANDO O QUE TEM NA REDE: Viviane Mosé analisa os linchamentos virtuais no Trilha de Letras

 

 

Este vídeo foi disponibilizado originalmente no link: https://www.youtube.com/watch?v=jYoP9WTBM3A&t=6s

 

A filosofa Viviane Mosé fala do uso da redes sociais , e manifestações de linchamentos virtuais, correlacionando as novas possibilidades da era digital com o modo a qual as pessoas se relacionam com este ambiente virtual ; segundo a Mosé é tudo muito rescente e o homem está aprendendo a lidar com estes novos mecanismos a qual se apresenta de forma totalmente nova, ou seja, estamos em fase de transição e os riscos são eminentes, porém o que podemos experimentar após a fase de transição.
No último artigo a qual escrevi a questão a respeito de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar o ativismo de transformação pessoal e social?
Pensar sobre este viés possibilita uma transformação do modo a qual podemos nos relacionar, não ficando apenas em pseudointeratividade, e fazendo da redes sociais verdadeiros ambientes de transformação social e trocas intelectivas.
Confira o artigo ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS.

https://afilosofiaestapresente.blog/2018/02/01/ativismo-nas-redes-sociais/

 

 

 

ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS

                                                      Por Fah San

[Reflexão do problema do não ativismo e potencialização das redes sociais]

 

Estamos cercados de mídias sociais, sites e interações on-line; tendo uma maior quantidade de acesso as informações; a qualidade do que temos hoje é comparável ao que tínhamos anteriormente, porém presenciamos uma maior mitigação das informações produzidas, assim como maior dificuldade de apreensão de conceitos e verticalização opinativa.

Quando a expresso incluindo e nomeando a verticalização opinativa estou à escrevendo pensando no correlacionamento entre a informação a qual é consumida e  como à interpreto podendo assim ter um intendimento do que é recebido e assim poder apresentar um juízo, podendo assim engajar-me (se for o caso), para poder modificar  “aspectos” sociais ou particulares.

É inevitável e inegável a importâncias das mídias sociais na vida das pessoas, devido a facilidade de comunicação a qual é possível haver, sendo o agente não apenas um consumidor passivo, que seria traduzido por um receptáculo consumista, mas alguém que também pode divulgar informações, trazer informações e se engajar em determinados aspectos,  coisa a qual era intangível antes da virada do milênio,  hoje podemos optar por receber informações por parte das mídias alternativas; o que trás um pouco de desconfiança é o papel a qual determinadas mídias sociais tem nas nossas vidas, e como podemos utiliza-las com relevância social.

O facebook é um bom exemplo de tudo a qual foi dito. Todas as pessoas tem a oportunidade de ter acesso “gratuitamente” como usuário desta rede social, e obviamente ao conteúdo a qual é produzido nela e na maioria das vezes as pessoas fazem o uso desta rede social de forma discutível, por exemplo, uma grande quantidade optam por expor a sua vida pessoal  de forma irrestrita , sem qualquer afunilamento do que postar, ainda dentro do campo pessoal, tem pessoas que constroem um outro eu, e que nada tem haver com a sua realidade, fazendo da sua página pessoal apenas simulacro da sua realidade;  ou ainda os que fazem parte de grupos políticos e sem profundidade, apresentando uma polifonia dessincronizada,  a qual “gritam” por diversas causas, e dentro de uma mesma pauta é mostrado que não há uma busca pela verdade ou mais próximo dela, configurando assim algo que Márcia Tiburi no seu livro O Ridículo Político chamou de vergonha alheia, conceito a qual é relacionado quando o indivíduo sente vergonha pela outra pessoa, devido a situação ser constrangedora o suficiente para  que o acontecimento possa passar a não ser tida como cômica – que seria uma situação a qual haveria realmente um estado de humor, sendo este crítico, questionador e revelador – e sim ridícula – quando a pessoa não percebe que a atitude dela é tão ridícula que trava o riso, neste aspectos podemos situar publicações a qual revela uma tiração de sarro coletiva.

A população revoltada contra os algozes políticos, fazendo da situação uma violência indireta contra pessoas a qual são responsáveis pelo poder público e judicial, sendo a atitude contraditória, um circo de horrores, uma vez que os algozes  da vez  passam a ser aqueles que fazem o uso da rede social sem nenhuma intenção que não seja proliferar ódio. O fato de situações como está ser totalmente abjeta aponta para um aspecto que deve ser pensado, pois tira toda e qualquer potencialidade de discussão a aprofundamento da criticidade que todos buscam a todo momento, criando fragmentos que não tem força de modificação.

Os fato dos exemplos citados acima podem ser aplicados não só ao facebook, como a outras redes sociais, são causas de um costume enraizado na pós- modernidade, correlacionado a irracionalidade dos indivíduo  que não pensa sobre a forma a qual se relacionam com os mecanismos para comunicação, pois estes poderiam ser potencializados, saindo de assuntos estritos, exposição da vida pessoal e de opiniões pessoais, para um campo de carácter universal; não apenas trata de um problema a qual temos em relação ao excesso de informação, mas como podemos nos tornar verdadeiramente ativista em relação ao que surgi, e para isso devemos sermos mais cuidadosos com o que é recebido de informação, o que realmente vou propagar e em que vou tomar frente com uma atitude ativista.

 

[…] Com o espaço cibernético temos uma ferramenta de comunicação muito diferente da mídia clássica, porque é nesse espaço que todas as mensagens se tornam interativas, ganham uma plasticidade e têm uma possibilidade de metamorfose imediata. E aí, a partir do momento que se tem o acesso a isso, cada pessoa pode se tornar uma emissora, o que obviamente não é o caso de uma mídia como a imprensa ou a televisão. Então, daria para a gente fazer uma tipologia rápida dos dispositivos de comunicação onde há um tipo em que não há interatividade porque tem um centro emissor e uma multiplicidade de receptores. Esse primeiro dispositivo chama-se Um e Todo.
Uma outra versão é o tipo Um e Um, que não tem uma emergência do coletivo da comunicação, como é o caso do telefone. O espaço cibernético introduz o terceiro tipo, com um novo tipo de interação que a gente poderia chamar de Todos e Todos, que é a emergência de uma inteligência coletiva.
Fonte: Palestra realizada no Festival Usina de Arte e Cultura, promovido pela

 

O filosofo Pierre Levy fala do noção de ciberespaço e cibercultura, sendo o Cibercultura “o conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”; sendo o ciberespaço uma categoria nova da nossa atualidade, a qual é ampliado os fatores comunicativos de um e um, um e todos, e todos e todos; devido ao advento da tecnologia que possibilita a criação de costumes ao possibilitar a presença incorporal das pessoas em discussões, democratizando a forma de comunicação, é de essencial importância refletirmos na qualidade dessa comunicação em rede, pois tendo está uma relação cada mais estrita com a nossa realidade, podemos potencializar nossas ações diante do mundo, sendo a questão a qual fica abordada aqui, é de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar  o ativismo de transformação pessoal e social?

 

Referências:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

TIBURIM, Marcia. O Ridículo Político. Rio de Janeiro: Editora Record, 2017.

 

 

 

 

 

#COMPARTILHANDO O QUE TEM NA REDE: VÍDEO GREG NEWS com Gregório Duvivier: Direito ou Privilégio?

Em um país aonde muitos passam necessidade, muitos usam do seu poder para realizar um assalto ao estado e quem paga a conta é eu e você também!

Vamos falar um pouco de falta de moralidade a qual nos ronda e as vezes recusamos pensar sobre!
Pessoas que deveriam ter um pensamento crítico em relação a posiçao a qual é ocupa em relação a sociedade, não se importam em fazer papel de tolos, e de demosnstrar a vigarice autorizada pelo próprio poder a qual tem nas mãos.
Podemos dizer que temos que repensar o nosso papel como cidadãos e levar nas últimas consequência as nossas críticas em relação a um sistema a qual demonstra a sua total incapacidade de autogestão, realizando a contradição de rebaixamento da sua própria postura, a qual deveria ser exemplar para os demais .

 

POLÊMICAS DA SEMANA #1

 

O post dos domingos (ou sábados) vão ganhar semanalmente ( é a intenção) uma síntese das  principais polêmicas a qual acontecem semanalmente, isso pelo motivo que a polêmica sempre trás atona tensões que se mostram como divisões de  visão e que podemos abordar de uma forma a qual podemos aprofundar o raciocínio em relação aos acontecimentos. Fah San, publicado em  em: 21 jan,. 2018.

 

 

 

STJ, o executivo e a posse de Cristiane Brasil; questão judicial ou não?

A deputada federal Cristiane Brasil havia sido impedida de assumir o ministério do trabalho, pois a mesma havia sido condenada por processos trabalhistas, movidos por ex- empregados, aonde  foi condenada por não assinar a carteira dos motoristas particulares, além disso,  Cristiane Brasil se envolveu em outra polêmica, pois o valor de um dos processos sai da conta da sua secretária, Cristiane Brasil alegou que o dinheiro era transferido da conta da secretária por motivo de praticidade e que posteriormente a reembolsava, coisa que ela não comprovou.

O fato da deputada ter sido condenada na justiça do trabalho gerou descrédito à função que desenvolveria como ministra,  uma vez que seria uma afronta a moral  da legitimidade das decisões tomadas por um ministério que tem a frente uma ministra que cuida dos assuntos que são de uma instância que ela mesma desrespeitou, tendo empregados que trabalhavam 15 horas por dia e não tinha a sua carteira de trabalho; o que coloca totalmente em dúvida a função a qual irá exercer.

Também coloca tensão entre os poderes Executivo e Judiciário, tendo em vista que o Judiciário está interferindo na decisão do chefe do executivo, por exemplo “…o ministro Humberto Martins, do STJ, concordou com argumentos da Advocacia-Geral da União (AGU). Para ele, condenação trabalhista não consiste em sanção criminal e, portanto, não impede que a deputada assuma a função. Além disso, o magistrado destacou que nomear ministro de Estado é competência privativa do presidente da República, outro argumento também defendido pela AGU”; embora Humberto Martins tenha argumentos favoráveis a decisão ficara ao cargo da ministra do STJ , ministra Carmem Lúcia que deve decidir em relação a posse da ministra, sendo a decisão tomada amanhã, dia 22 de janeiro de 2018, coisa que pode tensionar ainda a relação entre o presidente

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Só uma surubinha de leve:

Não, não é  um titulo irônico pra falar mal do governo Temer !

A música “só uma surubinha de leve” foi alvo de polêmica na semana; para muitas pessoas a música incita a prática da cultura do estrupo, uma vez que faz parte do refrão da música versos verdadeiramente poéticos  como “Só surubinha de leve / só surubinha de leve / Com essas filha da puta / Taca a bebida, depois taca a pica / E abandona na rua”; é pra se emocionar com tamanha poeticidade.

O fato da música trazer uma letra que a maioria das pessoas  recebem como vulgar, ofensiva e de péssimo gosto , pois motivaria o costume do estrupo; o coloca em uma situação muito tênue, pois ao mesmo tempo em que poderia ser um equivoco canalizar na censura de uma música; a qual até então pode ser relativizada uma vez que não sabemos o quanto que isto exerceria de influência sobre as pessoas, pode ser uma negligência não há proibir em determinados ambientes. Segundo especialistas a música seria de péssimo gosto, devido ao excesso de vulgaridade mais não configura apologia ao estrupo, pois não é algo que na letra fica claro se essas mulheres a quais são chamadas de “putas”  não consentiriam o ato sexual por estarem inconscientes.

A contundência que devemos tirar daí e em relação a algumas discussões , algumas delas bem conhecidas, como o que seria arte?   O que é estrupo? O que é apologia ao estrupo? O que é cultura do estrupo? Qual é a relação entre arte e sociedade? São questões que não morre com uma polêmica produzida por pessoas intelectual limitadas.

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A discussão foi levantada pela estudante de Artes Visuais a qual decidiu responder com arte a sua indignação com a música,  pois segundo ela “ajuda para que as raízes da cultura do estupro se estendam, aumenta a misoginia, aumenta os dados de feminicídio”; a partir daí está jogada a discussão.

 

 

 

Semana do Aniversário da Posse do Atual Presidente é marcada por ações impopulares:

Governo polêmico tido por muito como fascista, devido a sua intenção forte em realizar procedimentos de dificultamento em receber imigrantes; devido ao afastamento com as questões ambientais e causas sociais o atual presidente dos E.U.A é um dos mais (se não o mais) impopulares da história.

Na semana do seu primeiro aniversário a frente da casa branca o presidente Trump recebe como presente a insatisfação da maior parte da população com o seu governo (cerca de 40% de impopularidade) que veio em forma de protesto em todo o país

Vale mais ser amado ou temido? Nicolau Maquiavel vai responder que no caso de não poder os dois será necessário escolher ser temido, isso se deve muito a concepção a qual este filosofo tem do ser humano; porém creio que isto não se aplica a uma democracia, embora podemos dizer que um patetá como o Trump não causa medo a ninguém.

Em todo país foi cerca de 250 paradas contra Trump aonde “Mulheres -e muitos homens na marcha- gritavam em coro que o “presidente Trump precisa ir embora”, alternando às vezes com o “este porco sexista precisa ir embora”. Outros gritavam que tomariam “o país de volta”.

Manifestantes erguem cartazes durante a Marcha das Mulheres, realizada em Chicago, no estado americano de Illinois - 20/01/2018

 

 

 

 

 

 

Referências:

CASTRO, Juliana –  2018 – Justiça Federal do Rio nega novo recurso de Cristiane Brasil –  https://oglobo.globo.com/brasil/justica-federal-do-rio-nega-novo-recurso-de-cristiane-brasil-22297940#ixzz54r6sZcOY  – acesso em: 21 jan. 2018
CASTRO, Juliana –  2018 –  Dinheiro que paga dívida trabalhista de Cristiane Brasil sai de conta de funcionária- https://oglobo.globo.com/brasil/dinheiro-que-paga-divida-trabalhista-de-cristiane-brasil-sai-de-conta-de-funcionaria-22261290#ixzz54rAaQwD7  – acesso em: 21 jan. 2018

2018 – STJ libera posse de Cristiane Brasil – https://veja.abril.com.br/politica/stj-derruba-liminar-e-abre-caminho-para-posse-de-cristiane-brasil/ -acesso em: 21 jan. 2018

2018 – Temer queria evitar, mas Cármen Lúcia irá decidir sobre ministra – https://veja.abril.com.br/politica/temer-queria-evitar-mas-carmen-lucia-ira-decidir-sobre-ministra/ – acesso em: 21 jan. 2018

 

BRANDÃO, Liv / OLIVEIRA, Luccas  – 2018 – Especialistas dizem que ‘Só surubinha de leve’ não configura apologia ao estupro  –  https://oglobo.globo.com/cultura/musica/especialistas-dizem-que-so-surubinha-de-leve-nao-configura-apologia-ao-estupro-22299705#ixzz54rOzibQ8  – acesso em: 21 jan. 2018

 

2018 – Marcha das mulheres marca aniversário de Trump como presidente – https://veja.abril.com.br/mundo/marcha-das-mulheres-marca-aniversario-de-trump-como-presidente/ – acesso em: 21 jan,. 2018.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhando o que tem na rede-Vídeo: O sofrimento move a vida com a filosofa Viviane Mosé

Qual é a relação a qual estabelecemos com as experiências as quais nos colocam em uma zona de desconforto?

Por vezes ocasionado por desconhecimento do nosso próprio eu, ou por acontecimentos a qual ocorre na nossa vida e que nos tira a tranquilidade, ocasionando um profundo incomodo, luto, angústia e ansiedade, trazendo assim sofrimento aos indivíduos, sendo assim, devemos questionar como devemos nos relacionarmos com o sofrimento.

O sofrimento está fora de moda e grande parte das vezes tentam mata-lo; graças as industrias farmacêuticas e da ascensão psiquiatria, psicologia e psicanalise que tende a lidar com certos aspectos da vida de uma forma prática e pouco profunda.

A experiencia do Sofrimento segundo a filosofa Viviane Mosé deve ser vivenciada, pois quando passamos por uma experiência de sofrimento o ser humano adquire a possibilidade de se expandir, tendo assim a possibilidade de se engrandecer com a própria vida.

Em uma sociedade totalmente dopada por anti-depressivos e que as pessoas tendem a fugir de experiências a qual o individuo e tirado da sua zona de conforto, possibilitando assim uma outra visão do mundo, é importante pensarmos referente a experiência do sofrimento na nossa vida:

Viviane Mosé | O Sofrimento Move a Vida

[ASS: FAH SAN]

 

Compartilhando o que tem na rede: A mulher que decidiu enfrentar um câncer agressivo sem tratamento

 

 

Este vídeo trás uma importante reflexão sobre a finitude da vida; afinal de contas quantas vezes paramos para pensar em relação ao aproveitamento a qual temos em relação as nossas vivências e experiências.

 

Muitas vezes desprezamos as possibilidades, a qual a vida nos possibilitam; afinal de contas uma pessoa que vive mais é sinônimo que vive melhor?

Como podemos caracterizar está satisfação pelo bem viver?

A felicidade é possível, ela tem limites ou é só uma ilusão?

Afinal de contas buscamos por uma espécie de ataraxia (suspensão do juízo, sem julgamento ou decisão por posições), ou viver intensamente (sem julgamento das emoções, deixando fluir naturalmente), ou ainda, vivermos guiados pela nossa razão?

 

[FAH SAN]

Gostaria somente de realizar estas provocações vamos ao vídeo:

 

PÁGINA DA VEJA NO FACEBOOK:  https://www.facebook.com/Veja/?hc_ref=ARQF464ieLedYkBPci94FHPXkxXQaweWeZm6EkKaF-XI3nWOQfB58XInqgPRo8rP93U&fref=nf

 

 

 

Ideologia de Gênero ou Liberdade de Gênero?

Boa noite, hoje vamos falar da ideologia de gênero!

Espera um pouco, ideologia de gênero?

A direita defende uma proposta de extinguir o que eles nomeiam de ideologia de gênero das escolas públicas, inúmeras tentativas como aquele projeto escola sem partido, que no caso pode ser traduzido como escola sem partido de esquerda, buscam desapropriar uma discussão que interessa e muito para a nossa sociedade.

E por qual motivo interessa a nossa sociedade discutir sobre gênero?

Vamos começar com a primeira enfase que é um problema social, a minoria, pois está minoria ainda é desacreditada/descreditada e está em um campo descriminação; pessoas ainda são mortas por serem travestis, homossexuais ou lésbicas; essa é uma realidade que ainda assola o país e que vem ganhando força.

Certo dia em uma rede social vi um comentário inteligentíssimo e  que certa forma traduz boa parte da bancada politica, o comentário era mais ou menos o seguinte: “Jesus só não está com vergonha da bancada evangélica, porque a bancada evangélica não tem nada haver com Jesus”; infelizmente pessoas que deveriam ser tolerantes com a minoria, pois umas das máximas que  ergue a religião cristã e exatamente “tens que amar o teu próximo, como a ti mesmo”, não tem tolerância nenhuma, parece que as pessoas confundem essa frase com “tens que amar o teu próximo desde que seja igual a ti ” ; sim pois a conduta de exigir que as pessoas se enquadrem dentro de uma um modelo, e usar o próprio pensamento como régua de discernimento é uma des-qualidade daqueles que deveriam pensar no bem do próximo independente de não concordar.

O que está em curso é uma visão preconceituosa em cima das TEORIAS DE GÊNERO que tem como finalidade a análise SUBJETIVA de um indivíduo dentro da sua SINGULARIDADE.

Independentemente do que adotamos ao longo da vida, como modo de vida, é importante que tenhamos o direito de escolher de sermos quem nós queremos ser e não o que  determinada parcela da população que se acha no direito de usar de autoritarismo para castrar a subjetividade do individuo, e colocar ele dentro de uma caixinha, bem quadradinha.

O indivíduo não tem o dever de está em uma caixinha, de encaixar em certos preceitos-preconceitos a qual a sociedade impõe, o que é importante é você ter a liberdade de escolha? Certo? Errado? Estamos em uma sociedade democrática?

O que a teoria de gênero vem afirmar é essa liberdade, esta equidade que todos temos direitos!

Então vamos levantar a bandeira da LIBERDADE DE GÊNERO, você pode ser o que quiser.

AUTOR: FAH SAN

 

INFORMAÇÃO :

a IMAGEM EM DESTAQUE  FOI RETIRADA DO ENDEREÇO ELETRÔNICO: https://discopunisher.wordpress.com/2015/08/14/vamos-conversar-sobre-genero-baby-os-principais-eventos-sobre-feminismo-e-teoria-queer-em-sao-paulo/

TATUA ENTÃO NA PRÓPRIA TESTA “EU SOU SEM NOÇÃO!”

O caso do garoto que foi tatuado com a frase “sou ladrão e vacilão“ .

VAMOS FALAR DISSO POR QUAL MOTIVO?

Pelo motivo que espelha  muito da sociedade em que vivemos; seja no ponto de vistas das leis presentes nela, seja pela atitude ética a qual devemos tomar em determinadas situações, seja porque está situação demonstrar um estado de violência.

Para muitos a violência ocorreu por parte do adolescente que tentou roubar a bicicleta, para outros da parte das supostas vitimas que tomou uma atitude para com o suposto meliante, então cabe aqui nos refletimos sobre está situação a qual nos fala muita coisa.

A situação a qual o Brasil tem visto com as pessoas com vício é um descaso por parte do nosso governo e também da instituição privada (que por motivos que nem precisam ser citados aqui, pois é de conhecimento geral da população), o fato é que todas as pessoas no geral conseguem fazer com os seus corpos o que elas bem entendem, e não vamos acrescentar nenhum valor moral neste momento, a não ser pelo fato que posso fazer o que bem entendo com tudo a qual pertence e está sob a minha responsabilidade até o momento em que eu invado a parte do outro.

Um fato bastante complexo é a polícia a qual temos hoje totalmente desajustada, que precisa de preparação, é uma polícia que mais coloca as pessoas em perigo que protege de fato, deixando a população a mercê de bandidinhos e de traficantes. São estes argumentos citados anteriormente no texto mais usado por quem deferente a atitude dos tatuadores e condena a situação do suposto meliante (visto que para esses que defendem , este seria um meliante e os outros indivíduos de bem, os tatuadores só eram indivíduos de bem revoltados com o ato desonesto do adolescente e que estava fazendo ali o que a polícia custa a fazer.

É certo que estes argumentos tem a sua lógica argumentativa, uma vez em que a população brasileira perdeu o seu direito básico que é o de ser protegida, ficando a mercê de todos os males que acontecem na nossa sociedade, colocamos aqui dentro deste saco de ameaças a população várias situações que muitas vezes se quer tem uma resolução pelo cumprimento da  justiça, vivemos em uma sociedade que desrespeita totalmente a noção de segurança e bem estar, o governo brasileiro não é capaz de dar segurança a população.

Tendo como ponto de vista está irregularidade a qual a sociedade brasileira vive, a pergunta que fica é se seria justo o cidadão fazer justiça com as próprias mãos, já que a sociedade não garante o direito mínimo de segurança?

Agora vamos para os defensores do adolescente, esclarecendo que para esses o adolescente seria vitima do sistema, que não dar acesso a educação, que também é vitima de uma escolha ruim que fez no início da sua vida, que o mesmo não sabe jugar direito os seus atos uma vez que é vítima de um vício. Vale relembrar que os defensores do garoto condenam a atitude dos tatuadores, uma vez que seria uma atitude totalmente autoritária e arbitraria. Os defensores estão certos?

Podemos dizer que os argumentos são validos  uma vez que realmente vivemos em uma sociedade totalmente individualista que não observa a singularidade de cada um e os problemas a qual cada pessoa enfrenta , deixando assim um nó irresoluto.

Em um determinado momento  da sua vida este adolescente resolveu experimentar craque é lógico que podemos falar que não é uma atitude muito Inteligente, uma vez que sabemos que o craque pode viciar com facilidade se comparado com outras drogas,  droga  está,  barata de conseguir, de baixíssimo valor, porém como a pessoa que vicia vai precisar cada vez de mais, então cada vez mais vai ficar complicado de sustentar o vício, passando pelo processo do indivíduo perder os seus bens pessoais, após ir para a rua e quando nada mais bastar, quando a pessoa estiver mergulhado no vício, começar a roubar, e tudo isso por qual motivo? Por que tomou uma atitude errada. Porém podemos dizer que está é uma situação é temporal e que o individuo pode se recuperar, precisando de ajuda para se curar, mas o que o governo dar de opção é insuficiente, suponhamos que com a saúde voltadas aos problemas de nível mais básico possível está sucateada , seria uma inocência pensar que  iria dar toda estrutura para pessoa se recuperar, ingênuos quem acha que a “mente genial” do prefeito de São Paulo irá resolver algo.

Se colocando no lugar do viciado que só pensa e vive para aquilo, e que faz o que for possível para conseguir sustentar o vício, sendo que podemos considerar em um estado totalmente instintivo e quase irracional, não dar simplesmente para levar a sério e julgar aquele indivíduo como qualquer outro.

Uma das coisas a qual mais nos chama a atenção é o aspecto ético dessa situação, já vamos colocar como pressuposto que não é certo a pessoa pegar o que é de outra pessoa, e nesta situação isto nem chegou a acontecer de fato, mas a partir de qual momento tenho direito de desferir uma agressão física contra o outro?  Posso eu marcar a outra pessoa com algo que ira durar um tempo indeterminado? Tenho direito ao corpo do outro?

Vamos colocar como principio que o corpo é a nossa forma, enquanto figura de se colocar no mundo e que temos uma história nisto a qual chamamos de vida, e que ela pode mudar de aspecto, uma pessoa que e considerada boa e salvadora da pátria pode a posteriori ser considerado o seu maior inimigo, o ladrão pode se regenerar e ter uma outra história, o drogado pode deixar de ser drogado, enfim a historia do individuo muda muito durante a vida e não parece ser sensato ter uma atitude a qual poderá deixar marcado aquela pessoa para toda a sua existência, não estamos só falando de marcas físicas mas também psicológicas. Esse é o primeiro aspecto que nos apresenta com bastante clareza o outro é que é outro individuo e como sou um ser pensante e que não gostaria que outra pessoa se apossasse do meu corpo, pois o corpo é meu ! Então não irei praticar nem um ato violento com o outro, não irei praticar nenhum ato que iria atingir psicologicamente a outra pessoa, principalmente não tendo certeza que a outra pessoa realmente queria o meu mal.

Não se trata de defender o ladrão e condenar o mocinho, embora que sabemos que a nossa justiça tem falhas gigantescas é necessário recorrer a ela, caso contrario voltamos a um estado de natureza- cada um por si- é o estado não teria mais a razão de existir. Não cabe aqui – embora muitas vezes seja valida – ir a frente do estado, das forças jurídicas a qual garante o nosso direito, um dos motivos porque foi uma ação supérflua de alguém que provavelmente não estava racionalizando, sendo movido pelo vício, uma outra é que não adianta fazer justiça com as próprias mãos o que o cidadão brasileiro de deixar é de ser tão apolítico e perceber que a situação do país não mudara enquanto não for cumprido de fato a sua função, cair em si e ver que preguiça não leva a nada, pois hoje o que temos é exatamente uma sociedade preguiçosa que cuida cada um do seu umbigo, assim realmente fica difícil ter uma democracia que preste!