NEGLIGÊNCIA NA “DEMOCRACIA”.

Destaque

 

TEMER E A SUA CORJA; E A NEGLIGÊNCIA DO DIREITO DEMOCRÁTICO DO BRASILEIRO.

Assistimos sentados em nossos sofás aflitos e perplexizados mais sem coragem para reagir de fato e consistentemente ao desmantelamento da consciência política, estamos inserido em uma democracia, assistindo a um jogo de interesses “oligárquicos” que fere cada vez mais a nossa forma de ver positivamente o regime democrático e que elimina o sentido de tal regime.

Temos atualmente no poder do governo brasileiro uma síntese do que poderíamos chamar tranquilamente de governo tirânico que mina aos poucos o gosto dos brasileiros por políticos; governo que estar no poder ilegitimamente e que desde então se segura como pode ao poder que lhe fora conferido.

Temer é um dos políticos mais dignos de pena a qual assistimos abraçar a sua cadeira no Palácio do Planalto como uma criança que acha um brinquedo e não quer largar, mesmo sabendo que não é dela; este é Temer que com 95 % de impopularidade, sendo assim o político a dirigir a republica com maior rejeição de todos os tempos; como fala a  filosofa Márcia Tiburi, “qualquer um que tem consciência, estaria depressivo ou ainda muito mal por conta disso”, mas não Temer que deseja continua no cargo, todos diz não mas Temer diz sim.

Temer vive e sobrevive de uma política de esfacelamento; vendendo o país a seu benefício; tudo para não sair do cargo, tudo para agradar as bancadas; enquanto os que o apoiam ganham com isso esse se mantém no poder, quando Temer não conseguir mais agradar a todos os outros partidos interesseiros que deixam ele aonde estar para conseguir vantagens privilegiadas, Temer cairá se esfacelando da forma que deve ser.

Pode e deve ser perguntado se um governo que está ilegitimamente no poder tem envergadura para realização de tantas reformas que interferem no dia a dia dos cidadãos; como é o caso, por exemplo, da reforma do ensino médio, a reforma trabalhista e da previdência social e até o conceito do que seria trabalho escravo, o que deixa o governo de Temer bem perto do que poderíamos chamar de piada política.

É do senso comum no Brasil ao pensarmos em política esquecermos da nossa responsabilidade quanto pessoas autônomas que mesmo dentro de espectros autoritários ainda temos a responsabilidade de escolha que permita a mudança dos aspectos sociais a qual estamos inseridos.

Esquecemos da autoridade a qual nos foi dada pela geração anterior que nos permite mudar a sociedade a qual estamos inseridos, sendo a liberdade de escolha a maior responsabilidade a qual podemos ter, sendo ela – a responsabilidade – entregue nas mãos de políticos  putrefatos que agem no poder angariando vantagens para si, e usando do bem público como bem privado.

A liberdade, a qual em tese temos, exige responsabilidade a qual é sempre negligenciada a cada nova eleição, não estabelecendo o nosso pensamento de forma a aprofundar as perspectivas de uma alteração a qual devemos e está atrasada que se faça. Nós procrastinamos o nosso dever como cidadãos, seres racionais, e por isso políticos, e responsáveis pelo mundo a qual nós queremos e temos em vista.

A cada duas translações, o ambiente fica cada vez mais escuro, a aparência é que estamos seguindo cada vez mais para o fundo da caverna; pensar em um futuro benevolente para todos, e por isso igualitário e solidário, não é simplesmente uma utopia e sim um ativismo para assim poder atingir a potencialidade que está escondida dentro do foço a qual nos metemos.

                                                               POR FAH SAN

No vídeo abaixo a filosofa Márcia Tiburi em entrevista a Cláudio Prado fala sobre um Brasil utópico do futuro; e fica a partir daí uma pergunta, qual mundo queremos criar?  Está é uma questão que deveríamos levar mais a sério!

INFORMAÇÕES DA POSTAGEM:

IMAGEM EM DESTAQUE: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/fora-temer-por-latuff/

 

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HÁ LIBERDADE 2º SARTRE * FAH SAN

Destaque

 

 

 

A filosofia existencial do Francês Jean Paul-Sartre (1905-1980)  teve muita influência na França a qual foi saturada pela Segunda Guerra Mundial, sendo a filosofia existencial de Sartre conceitualizada na ideia de liberdade, ideia está levada ao extremo do que podemos chamar de liberdade.

Sartre foi muito provavelmente o filosofo que em vida conseguiu atrair mais atenção, podendo transforma em vida a sua filosofia em uma verdadeira manifestação cultural ascendente na França.

Para Sartre tudo que tem existência, exceto o ser humano, é irracional,  assim  estão presos a sua própria existência, dentro da sua funcionalidade, não podendo deliberar.

 

Sobre a mesa de jacarandá, há  uma carta fechada. Apanho, na gaveta, uma faquinha para abrir envelopes – corta – papel é o termo exato. Este corta-papel, especificamente é herança de minha avó; o cabo é adornado por uma excêntrica, mas perturbadoramente  verossímil cabecinha de cachorro. A lâmina é cega, exceto pela ponta, que se afina em ânulo abrupto. Tudo nesse objeto (exceto a efígie canina) serve a uma função clara: abrir papéis. Introduzo a ponta da lâmina na fresta da pala, faço um movimento seco e rápido com a mão. Excelente, essa faquinha. Não sei quem produziu, mas o sujeito sabia o que estava fazendo.

José Francisco Botelho (Livro: A Odisseia da Filosofia; Uma breve história do pensamento ocidental; Editora Super Interessante) 

 

No texto citado acima, o objeto do corta – papeis, foi feito para uma finalidade; sendo ele criado racionalmente pelo homem, sendo este um objeto que a essência precede a existência, pois a finalidade dele é clara.

Devido a ausência de racionalidade dos animais, eles são presos dentro das possibilidades que lhes são colocadas, então eles apenas existem. Um animal não cria a sua individualização, segue o instinto, que lhe é próprio; o que não é o caso do homem, pois embora com limitações tem a liberdade de realizar, da sua existência, o que quiser.

A importância da sua filosofia está exatamente na radicalização do humano, tendo como princípio o próprio ser humano e nada além, tirando assim a responsabilidade da divinização da natureza – como é de praxe na filosofia antiga – e também do divino no sentido religioso; por este motivo primeiro existimos, e somente posteriormente nós construirmos a nós mesmos.

 

 

”Primeiramente, o homem existe, se descobre, surge no mundo e só depois se define”. 

Jean Paul-Sartre

 

 

Segundo Sartre todo homem está condenado a ser livre, tendo ao seu dispor o poder de escolha para o que deseja realizar, uma vez que a existência do homem vem antes de qualquer coisa, podendo assim ser responsável pela sua realidade.

Para Sartre você é aquilo que você faz, ou seja, são as suas atitudes que irão definir a sua identidade; são as suas decisões que vem após a existência que define quem você é; sendo assim, eu existo primeiro e posteriormente defino qual será a minha essência, pois se não há deus antes que definiu quem é a pessoa que sou, que pré-estabeleceu uma série de regras, definindo assim, anteriormente qual seria a minha essência, então, eu existo antes de qualquer coisa, e eu posso definir qual será a minha história.

 

 

“Quanto aos homens não é o que eles são que me interessa , mas o que eles podem se tornar”  

Jean Paul-Sartre

 

 

Há em Sartre uma liberdade criada dentro de uma individualidade que é posta dentro de uma radicalização extrema, assim também o tempo ganha uma nova significação, uma vez que se há está liberdade extrema então cada ser humano, em cada época a qual vive tem a liberdade de ser quem ele quiser, e fazer a sociedade a qual ele deseja; sendo assim podemos dizer que este é um ponto de convergência entre a individualidade e coletivo; trazendo assim para dentro desta filosofia aquela a qual é o seu maior problema, a angústia.

A angustia é gerada devido a esta extrema liberdade a qual o ser humano tem;  livre de qualquer superioridade divina a qual pode lhe instrui por meio de regras, definindo assim a sua vida; o homem sapiens sapiens (o homem sabe que sabe)  fica perdido diante das possibilidades de escolha, podemos escolhermos, ser o que quisermos ser, e temos que nos responsabilizarmos por nossas ações, caso contrário usaremos de má fé.

A má fé em Sartre é quando a pessoa se exime da responsabilidade dos seus atos; como o ser humano é livre então ele deve escolher o que ele quer para ele e também deve assumir as suas responsabilidades diante do mundo.

O homem é totalmente responsável por si mesmo, por sua história e consequentemente pela história dos outros que estão a sua volta; sendo assim a minha ação é livre e tem que representar aquilo que afirmo no mundo como válido, tendo a ciência que as minhas escolhas irão interferir em vidas alheias a minha.

 

 

 “E como se a humanidade jogasse os holofotes sobre você, esperando que você haja, para saber quem ela é, pois o que é o homem? O homem não é nada além do que faz; o que há  é uma sempre renovada definição de homem a partir da vida de todos os homens”

Jean Paul-Sartre

 

 

A filosofia de Sartre nos coloca frente as nossas escolhas, frente aos obstáculo a qual temos; independentemente das dificuldades a qual é apresentada, o individuo tem liberdade para deliberar e agir, sendo assim, é responsável pelo que decide; independente se a nossa liberdade é cerceada, ainda assim temos a responsabilidade de agir e escolher.

 

AUTOR: FAH SAN.

 

O documentário abaixo mostra a importância de Sartre para a sociedade a qual ele viveu, além de ter fatos históricos, a sua bibliografia é colocada também em cena e podemos compreender o quanto estava realmente comprometido com o existencialismo ou como ele à chamava,  filosofia existencial,  filosofia está que levou como modo de vida, indo ao extremo.

 

 

 

 

 

Referencias:

O Livro Da Filosofia/Editora Globo/ DK LONDRES

Botelho, José Francisco. A Odisseia da Filosofia. Editora Super Interessante

 

 

 

 

 

 

A Performance Art que chocaria até nos dias atuais.

Destaque

Muito se questiona referente a produção artística, frases conhecidas como, por exemplo, “isso não é arte ” ou “no meu tempo era muito melhor” ajuda a polemizar referente a discussões virtuais que no final das contas viram monólogos, pois virá uma discussão a qual as pessoas estão muito mais preocupadas em falar dos seus preceitos morais do que pensar realmente referente ao objeto artistico.

A verdade é que eventos como ocorridos anteriormente no Museu de Arte Moderna com a performance “La Bête” ou no Queermuseu não foi o suficiente para validar os questionamentos, diga- se de passagem – se tivesse tido tais questionamento de forma dialogal  – e não com imposições individuais, como foi – seria muito mais produtivo –  o discurso foi vazio.

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“La Bête” foi inspirada na obra de Lígia Crack “Bicho”,   em cena o coreógrafo Wagner Schwartz; nesta performance Schwartz se coloca nú e vulnerável diante do público e convida o público para moldar o seu corpo.

As objeções de maiores reincidências nesses episódios acontecimentos foram as pessoas dizendo que aquilo que foi produzido não foi arte uma vez que não havia nenhum aprimoramento técnico envolvido, porém não ouve discussão mais aprofundada sobre tais definições, tendo assim, somente discursos vazios sobre o ocorrido.

Vazio; uma vez que o que foi levantado nestas discussões desses dois episódio foi insuficiente para produzir uma compreensão aprofundada, sobre o que é arte; se a arte possui padrões; se a arte possui objetivos; se a arte tem alguma utilidade; o que é estética e o que é o sublime?

Este Blog vai discutir com recorrência referente a tais questões envoltas no campo da Filosofia da Arte e Estética, com mais abrangência e profundidade nos próximos artigos.

O que destaco neste escrito é que a arte desde sempre causa diversas sensações, desde uma emoção delicada há uma emoção de repulsa; a arte acontece através da fruição; uma ação acontece como a performance art, peça teatral, quadro exposto, um filme a qual assisto, enfim, independente é  criada uma conexão entre o objeto artístico e quem assiste.

Com o advento da internet o público toma contato com estes eventos artístico que no caso  do Brasil são mais comuns em museus; o que é algo comum para quem já é público destes eventos artísticos é um escândalo para o grande público; vira polêmica em redes sociais,  falo das redes sociais, pois são nelas que as pessoas (grande contingente de pessoas)  tomam contato com essas obras artísticas de uma forma superficial, pois é através de um registro imagético feito de forma despretensiosa a qual o público tem um contato questionável com a obra de arte, criando interpretações supervisais, ocorrendo uma eclosão de discursos a qual cria uma polêmica desnecessária, uma vez que hoje em dia o que vale a pena é pagar de inteligente.

Vale a pena destacar a importância da Performance Art como manifestação artística; tendo ela uma importância política de reivindicação ou apenas como um contato delicado, como uma fina e sensível linha que estabelece com o público, que foi o caso de “La Bete”.

Gostaria de citar uma artista de Performance Art que foi absolutamente contundente com o seu tempo, produzindo várias performances de cunho político e que até hoje poderia causar espanto nas  pessoas que veem mais não buscam uma interpretação de forma mais apurada do objeto artístico, a artista é a Valie Export e a performance a qual vou citar neste artigo é Action Pants: Genital Panic.

Em 1969, Valie Export, realizou a Action Pants: Genital Panic em um cinema em Munique; vestida de preto, com a sua genitália a mostra,  Valie Export passava pelas fileiras do cinema,  a sua genitália ficava na altura dos olhos de quem estava sentado olhando aquela intervenção artística; ela desafia os outros a interagir com uma mulher real e não com uma imagem a qual estava na tela, a qual foi construída diante de todas as artificialidades possíveis.

As fotos da performance foi tirada com a Valie Export portando uma arma provocando ainda mais a reflexão.

Ao realizar a ação artística a Valie Export levantou questões importantes para a sua época, como por exemplo, o questionamento da figura da mulher na sociedade a qual está inserida,  sendo uma relação fetichista do homem em relação a mulher, sendo ela, a mulher, encaixada dentro de uma lógica opressiva a qual impossibilita a busca feminina pela igualdade em relação aos homens; a performance realizada naquela época, foi de enorme contundência uma vez que era imanente aos questionamentos da época.

O trabalho de Valie Export é amplo sua arte parte  da performance art indo a video art e passando ao cinema experimental.

Está Performance trás reflexão ao publico, exatamente pelo fato de chocar quem a ver; tem contundência entre a ação artística e as circunstâncias a qual a performance art se encaixa, Valie Export diz que “o corpo feminino sempre foi uma construção” e acha que só com liberdade de expressão do dialogo travado entre as mulheres pode construir a sua própria imagem, um auto-retrato como a mesma define.

 

 

 

A TRAGÉDIA DO JOVEM PRUETT

Destaque

A pena de morte é um assunto polêmico, justamente porque divide opiniões. Há os que são favoráveis a pena de morte argumentando que uma pessoa que comete um crime grave contra outra pessoa perde totalmente a noção de humanidade, não sendo assim possível uma recuperação para o convívio em sociedade, ainda argumentam que seria uma forma justa para a pessoa pagar pelo crime cometido.

Um caso recente nos chama a atenção justamente pelos aspectos contraditórios envolto no crime e a condenação de forma aparentemente arbitrária.

Depois de 23 anos recruzo  o jovem Robert Pruett de 38 anos, foi executado dia 12 de Outubro de 2017, no estado do Texas (EUA) às 20h46 horário de Brasilia.

Robert Pruett estava preso desde os 15 anos

Ele foi preso aos 15 anos de idade quando foi acusado de cumplicidade no homicídio, a qual o pai dele estava envolvido, foi condenado a 99 anos de prisão, depois de tal episódio foi condenado a excussão – aos 20 anos de idade – após ter sido acusado de ter assassinado a facadas o guarda penitenciário Daniel Nagle a qual teria feito um relatório sobre Pruett.

Da primeira condenação muitos questionam referente ao sistema de pena judiciais extremamente repressivo, afinal de contas 99 anos é equivalente a uma prisão perpetua, aplicada a um jovem de apenas 15 anos, sem nenhuma chance para uma reabilitação para um convívio social; tendo assim toda a sua vida comprometida; vale a pena mencionar que o jovem não ficou nenhum dia livre posteriormente ao acontecimento referido, ou seja, nenhum dia de liberdade na sua vida adulta.

A segunda condenação foi também questionável uma vez que faltou provas materiais, tanto que o tempo para acontecer a execução foi em torno de 18 anos, pois os advogados conseguiram adiar várias vezes a execução de Pruett, uma vez que faltava uma prova para colocar o jovem no local do crime acontecido. A defesa alegou que Pruett foi vítima de um complô, vitima de outros que pelo que parece, tinham o interesse de realizar o homicídio de Nagle o que foi possível devido ao sistema penitenciário ser extremamente corruptível, alegam os advogados que os testemunhos eram totalmente contraditórios; apesar dos testemunhos faltou provas materiais.

O fato é que o ocorrido nos chama a atenção devido a fragilidade das provas que ali se encontravam para as duas condenações tão brutas e opressivas que tirá totalmente a liberdade, e elimina qualquer tipo de esperança de um ser humano de apenas 15 anos de idade e que poderia ter tido uma história diferente.

Parece que a vida não foi muito generosa  com Pruett; aos 15 anos foi condenado de cumplicidade em um homicídio, a qual o seu próprio pai era o principal envolvido;  aos 7  anos de idade já consumia narcóticos e também vendia, sendo acompanhado por um pai que foi detido várias vezes e por uma mãe viciada, parece que Pruett não teve ninguém que olhasse muito por ele, nem mesmo o estado.

# Compartilhando o que tem na rede: indicações de vídeos.

Neste vídeo o narrador fala os principais motivos por não votar no candidato ao governo de São Paulo João Dória. O vídeo é da página www.jornalistaslivres.org e vale apena ser visto.
O segundo vídeo ainda com o assunto João Dória fala de uma estória no mínimo patética envolvendo tal político: https://www.youtube.com/watch?v=KGXgAI13iSc
Veja o que o nosso possível futuro presidente fala sobre a Ditadura: https://www.youtube.com/watch?v=LyOvIrvKZD8    e após veja o último link deste post, vídeo que trás o professor de história Leandro Carnal  (UNICAMP). 
recomendo um vídeo famoso e antigo, porém que vale apena ser revisto:
E os dois últimos vídeos fala da ditadura instaurada no Brasil, importantíssimo para quem acha que a ditadura não existiu no nosso país e que o quê os professores de história fala é uma grande baboseira, pois fora apenas uma intervenção sendo a tortura justificada devido ao combate de comunistas que queriam tomar o poder.
Em época de eleição em que um dos candidatos é um apoiador convicto do regime militar é necessário que as pessoas peguem os livros de história do ensino médio e leiam antes deles mesmos falarem asneiras. 
É minimamente desconfiável que pessoas que tem uma posição tão radical mude logo quando é candidato, vale apena lembra que o possível presidente em 2016 prestou homenagem a Carlos Alberto Brilhante Ustra ( https://www.youtube.com/watch?v=54KUDU-u1P0 ) durante o picadeiro do impeachment da  então presidente Dilma Roussef.
e

Pense em quem irá votar! 

A democracia é um ato de responsabilidade.

#Compartilhando o que TEM NA REDE

Marielle Franco, PRESENTE!

                 NÃO vamos nos CALAR

Após a truculência do assassinato da vereadora Marielle Franco, fica no ar o mistério da morte de alguém que lutava por uma justiça a qual fosse ética, uma justiça que fosse contundente com o cenário social a qual vivemos, neste vídeo (abaixo) e realizada uma analogia do assassinato da vereadora, com uma cena do filme Tropa de Elite, aonde um homem após ter realizado uma denúncia contra melicianos e assassinado por tiros, tendo uma similitude grande com o ocorrido com a Marielle uma vez que o personagem fora morto após realizada uma denuncia para a polícia.

 

 

É sempre bom lembrar que não vamos nos calar, pois para o exercício da democracia há à necessidade de liberdade de pensamento, liberdade de fala, e lugar de fala; a sua fala tem o direito de ser ouvida sem o risco de ser calado. 

 

REFERÊNCIAS:

Vídeo publicado originalmente em: https://www.facebook.com/quebrandootabu/videos/2121462674576775/UzpfSTEwMDAyNzY1NTg3NzY4NToxNjA4OTc1NjE1MDg3NzI/

Imagem (foto) da publicação está no Link: https://www.google.com.br/search?q=marielle+presente&rlz=1C1HLDY_pt-BRBR766BR766&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwi_2-SCiL7dAhXFh5AKHUTBAUYQ_AUICigB&biw=1517&bih=701#imgrc=zwgDY2mj3K14ZM:

 

Texto: Fah San

# Compartilhando o que tem na rede; reportagem da BBC News.

Com certeza um dos maiores problemas do país é a sua falta de controle em relação a organização; está matéria publicada pela BBC News busca compreender o caminho dos desvios de projéteis, a qual ocasiona uma verdadeira alimentação do crime organizado, aonde o estado ajuda a organizar o crime organizado; aponta para a necessidade de tomar maiores medidas para assim o estado não dar alimento para inimigos a qual cresce.

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45149528#orb-banner

Bolsonaro e o Primitivismo da Conscência

Bolsonaro e o primitivismo da Consciência

A reflexão a qual temos de nós mesmos, sendo ela individual, porém o fato da consciência ser individual não nos impossibilita de refletir em relação a consciência a qual as outras pessoas tem sobre a vida.

A ação de nos colocarmos em um exercício reflexivo sobre consciência, personalidade e carácter do outro, sendo uma tarefa importante quando se trata de uma figura pública, com ideias polêmicas, a qual vem influenciando em larga escala populacional.

Pseudoconsciência política

Bolsonaro é um dos políticos a qual vem ganhando espaço nas mídias; como em várias pesquisas mostra o prediletismo candidato a presidência da república em 2018; tais eleitores do candidato, fazem questão de colocá-lo como o salvador da pátria, alguém que vem para salvar o Brasil da ignorância, o que é em excessivamente irônico, pois o desmanche intelectual a qual ele mesmo faz com a sua imagem, é algo que poucos consegue, bastando poucas palavras para que a imagem do Bolsonaro seja diluída, isto pelo motivo do Messias possuir uma visão limitada de mundo, domina pouco tais questões como economia, a qual é de interesse absolutamente grande dos Brasileiros ou a fatos históricos, pois segundo ele “os portugueses nunca pisaram na África, foram os africanos que se entregaram como escravos”. Acrescento que para todos os questionamentos feito, Jair Bolsonaro ele sempre tem alguém de confiança e/ou irá montar uma equipe, mas ele mesmo não sabe [se quer!] falar sobre a situação atual econômica do Brasil. De fato pelo devido a cobranças ele melhorou um pouco, mas bem pouco a suas opiniões, porém ainda é pra ter pena.

Mas por qual motivo o Bolsonarismo está virando uma febre?

A ascensão intelectual de uma direita ainda aspirante no Brasil criou uma ânsia para encontrar intelectuais e políticos que poderiam subsidiar a sua visão, assim há um grupo de pessoas as quais ver o político/messias como uma pessoa a qual poderia representar muito bem estas pessoas.

O Messias que veio para “salvar” a nação se mostra indiferente com as causas sociais, aonde tem uma visão limitada, pois como faz questão de falar, a minoria tem que abaixar a cabeça para a maioria, ou seja, não estar se importando com grupos que tem uma certa carência social; tem uma visão machista do mundo, como por exemplo a posição da mulher no mundo capitalista, chegando até mesmo a dizer que se caso fosse empresário não contrataria mulheres.

Bolsonaro vai contra os postulados defendidos pela grande maioria atualmente, sendo que para muitos ele fala a verdade de modo inflamado, verdadeiro e autentico, para outros é apenas um Jeca a qual tem uma visão limitada, uma mente golpista e não tem opinião embasada alguma, é apenas uma pessoa grosseira falando.

Em resumo é um candidato limitado intelectualmente, indiferente ao outro, machista e homofóbico; podemos assim resumir tal aspirante a candidato, porém o fato que chama muito a atenção, é que tais limitações não são percebidas por um grande quantidade de pessoas, tento assim “defensores e panfleteiros” que o defende.

Grande parcela de pessoas reacionárias e que posso usar os mesmos adjetivos, que usei para descrever Bolsonaro, está saindo do anonimato, para destilar o ódio e defender uma visão arcaica que até então pensávamos que estavam mortas, como por exemplo, a volta da ditadura militar, retorno a valores ultrapassados, como a dependência das mulheres aos homens, a indiferença, ou até mesmo o ódio, contra gays, lésbicas e transsexuais, até mesmo a liberdade para discutir determinadas questões, tendo ele mesmo uma postura autoritária, agindo com agressividade; sendo assim impossível o dialogo com o messias afinal messias é messias e é atemporal.

Ao que aparenta é que a liberdade que foi conseguida para que as pessoas possam se expressar, e guiar as suas vidas como querem, ofendeu os crédulos de uma vida regida por preceitos morais ultrapassados – defendendo assim, uma visão conservadora equivocada, pois o conceito de conservadorismo político está bem distante do que as pessoas que no Brasil dizem-se conservadoras defende – fazendo estas pessoas que defendem um conservadorismo ultrapassado e amador sair do armário e assumir Jair Messias Bolsonaro, como o seu representante legítimo.

Consciência

O significado de consciência pode ser determinado como o conhecimento a qual o individuo adquire do seu eu; podemos considerar a consciência como um processo individual, a qual todos nós passamos de autoconhecimento. A consciência sobre o eu determina as nossas atitudes, sendo que ao falarmos de consciência estamos falando da nossa leitura sobre determinados acontecimentos e aspecto, uma vez que a atitude de leitura sobre o mundo é individual, e depende da consciência a qual temos do eu, tendo as atitudes a qual tomamos uma ínfima ligação com a concepção do eu e com a consciência a qual se tem do eu, sendo as atitudes tomadas ativas ou passivas determina as nossas atitudes e comportamentos frente a vida.

O conceito de consciência nos leva aos conceitos como personalidade e carácter, o primeiro ligado parte irracional das nossas vidas, estando ligado ao que chamamos de emoção, e que irá ser parte influente para como iremos agir em determinados acontecimentos, a outra está mais ligada com as atitudes ativas a qual tomamos e o que determina se aquilo a qual fazemos é bom ou ruim, dependendo assim da consciência do eu e de uma reflexão para como iremos lidar com determinados acontecimentos. O segundo aspecto da nossa psique pode ser longamente influenciado pelo segundo; uma vez que determinadas atitudes que podemos tomar de forma irracional de acordo com os nossos instintos naturais, porém o carácter se esforça para moldar o primeiro e tendenciar o individuo a ter uma postura ética.

A consciência é um fator determinante uma vez que entrevem no distanciamento e análise dos afetos, este distanciamento permite com que analisemos e colocamos o conceito subjetivo de personalidade sobre análise, sendo que a personalidade intervem de forma quase imediata em nossas atitudes, tomando tal princípio de distanciamento podemos intervir de forma mais consistentes em nossas ações, e exercer o julgo, uma vez que podemos determinar se as nossas atitudes são éticas e definir desta forma se são de bom caráter.

A tendência para determinar o que seria de bom ou mau carácter geralmente vem de um espaço externo ao eu; é uma predisposição do indivíduo, mas a sua padronização estética e ética vem de um julgamento de uma consciência coletiva externa, sendo um julgamento qualitativo, demonstrativo e relativo dos acontecimentos, que tem como fator determinante a moral.

O julgo do caráter apreendido por uma coletividade externa pode ser forjado, pois está sobre o julgo do individuo e seus observadores, e por isso é de bom tom analisarmos, mais profundamente este movimento com cuidado e sempre com abertura para uma mudança em relação a concepção.

O que estamos vendo no mundo político é um grande contingente de pessoas a qual ver o diferente com indiferença, fechando as suas concepções de mundo dentro de um modelo inexoravelmente limitado, a qual não abarcar o que está fora do estético padrão defendido.

As pessoas a qual tem um primitivismo de consciência se encontrarão e encaixou as suas ideias selvagens dentro de uma moral farsesca, para ficar mais light para todos; a consciência engana a se própria; achando que está fazendo um bem; é de se estranhar uma concepção política que acha que a diferença em relação ao status social deve não apenas se manter mais também ser discernida para toda a sociedade.

O primitivismo da consciência está justamente na ciência da existência e para manter a existência individual, o indivíduo ou o coletivo descarta fatores empáticos ao outro, pois a empatia pode ocasionar uma coalizão entre a manutenção da vida (individual) ou do bem estar social (coletivo) e a extinção da vida (individual) ou o caos social (coletivo); podemos ver isso acontecer no Nazismo, no discurso de candidatura de Donald Trump, e nos discursos do Bolsonaro e bolsonaristas que defende a sua visão em cima de um patriotismo ultrapassado e que não dialoga mais com o intercambio cultural e a concepção de direitos humanos, a qual vemos as suas necessidades práticas e conceituais.

O princípio de bom caráter é forjado em nome de um conforto social nacional, aonde a maioria abafa a minoria, em prol de um discurso de um levante ao patriotismo e a extinção das expressões das diferentes frentes sociais; sendo forjada a consciência e o caráter de forma coletiva.

O primitivo está justamente no ato da sobrevivência selvagem; pois para que eu sobreviva irei matar a você!

FAH SAN

Compartilhando o que tem na rede – Artigo do Nexo Jornal – O mau combate de João Doria

ACELERA!

Frase celebre do nosso incongruente ex-prefeito da cidade de São Paulo. O ex-prefeito deixou a chance de fazer história, como um cidadão comum; espera, o certo é “comum”, diga-se de passagem, uma vez que o ex-prefeito, é um empresário podre de rico, porém não fazia parte do meio político, pelo menos de maneira direta, podendo desta forma mostrar que a política é um lugar de transformação da sociedade a qual vivemos, o fato e que Doria preferiu descumprir com umas das suas promessas mais importante, feitas com duas premissas, a primeira delas falava que iria ficar até o final do mandato de quatro anos e a segunda que não iria seguir carreira política, uma vez que gostaria de contribuir para a melhoria da cidade de São Paulo, duas premissas falsas e desfalcadas de legitimidade, pois irá deixar o cargo conquistado na capital para tentar angariar o cargo de governador e não cumpriu o seu mandato até o final.

Isto sem contar as medidas a qual tomou no seu mandato como a famosa ração que foi rechaçada por grande parte da população, uma vez que tratava a população como animais, além de cortes em praticamente todas as áreas, secretárias necessárias para o bom funcionamento da cidade também foram cortadas, vale ressaltar que durante o período a qual ficou a frente da prefeitura, a cracolândia só mudou de espaço, ou melhor  expandiu para espaços, acrescentando ao histórico do nosso querido agora querido ex-prefake, declarações contra manifestações, tratando os manifestantes como vagabundos, e professores como animais de circo do século passado,  a piada do programa cidade linda, que mais pareceu o programa cidade cinza; por estas e outras a população deve pensar muito bem antes de ir nas urnas e escolher um político que não é mais um que prática politicagem das mais escancaradas a que pode existir.

Então segue a indicação de leitura do nexo jornal do artigo O  mau combate de João Doria:

https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2018/O-mau-combate-de-João-Doria

 

 

 

# COMPARTILHANDO O QUE TEM NA REDE: Viviane Mosé analisa os linchamentos virtuais no Trilha de Letras

 

 

Este vídeo foi disponibilizado originalmente no link: https://www.youtube.com/watch?v=jYoP9WTBM3A&t=6s

 

A filosofa Viviane Mosé fala do uso da redes sociais , e manifestações de linchamentos virtuais, correlacionando as novas possibilidades da era digital com o modo a qual as pessoas se relacionam com este ambiente virtual ; segundo a Mosé é tudo muito rescente e o homem está aprendendo a lidar com estes novos mecanismos a qual se apresenta de forma totalmente nova, ou seja, estamos em fase de transição e os riscos são eminentes, porém o que podemos experimentar após a fase de transição.
No último artigo a qual escrevi a questão a respeito de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar o ativismo de transformação pessoal e social?
Pensar sobre este viés possibilita uma transformação do modo a qual podemos nos relacionar, não ficando apenas em pseudointeratividade, e fazendo da redes sociais verdadeiros ambientes de transformação social e trocas intelectivas.
Confira o artigo ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS.

https://afilosofiaestapresente.blog/2018/02/01/ativismo-nas-redes-sociais/

 

 

 

ATIVISMO NAS REDES SOCIAIS

                                                      Por Fah San

[Reflexão do problema do não ativismo e potencialização das redes sociais]

 

Estamos cercados de mídias sociais, sites e interações on-line; tendo uma maior quantidade de acesso as informações; a qualidade do que temos hoje é comparável ao que tínhamos anteriormente, porém presenciamos uma maior mitigação das informações produzidas, assim como maior dificuldade de apreensão de conceitos e verticalização opinativa.

Quando a expresso incluindo e nomeando a verticalização opinativa estou à escrevendo pensando no correlacionamento entre a informação a qual é consumida e  como à interpreto podendo assim ter um intendimento do que é recebido e assim poder apresentar um juízo, podendo assim engajar-me (se for o caso), para poder modificar  “aspectos” sociais ou particulares.

É inevitável e inegável a importâncias das mídias sociais na vida das pessoas, devido a facilidade de comunicação a qual é possível haver, sendo o agente não apenas um consumidor passivo, que seria traduzido por um receptáculo consumista, mas alguém que também pode divulgar informações, trazer informações e se engajar em determinados aspectos,  coisa a qual era intangível antes da virada do milênio,  hoje podemos optar por receber informações por parte das mídias alternativas; o que trás um pouco de desconfiança é o papel a qual determinadas mídias sociais tem nas nossas vidas, e como podemos utiliza-las com relevância social.

O facebook é um bom exemplo de tudo a qual foi dito. Todas as pessoas tem a oportunidade de ter acesso “gratuitamente” como usuário desta rede social, e obviamente ao conteúdo a qual é produzido nela e na maioria das vezes as pessoas fazem o uso desta rede social de forma discutível, por exemplo, uma grande quantidade optam por expor a sua vida pessoal  de forma irrestrita , sem qualquer afunilamento do que postar, ainda dentro do campo pessoal, tem pessoas que constroem um outro eu, e que nada tem haver com a sua realidade, fazendo da sua página pessoal apenas simulacro da sua realidade;  ou ainda os que fazem parte de grupos políticos e sem profundidade, apresentando uma polifonia dessincronizada,  a qual “gritam” por diversas causas, e dentro de uma mesma pauta é mostrado que não há uma busca pela verdade ou mais próximo dela, configurando assim algo que Márcia Tiburi no seu livro O Ridículo Político chamou de vergonha alheia, conceito a qual é relacionado quando o indivíduo sente vergonha pela outra pessoa, devido a situação ser constrangedora o suficiente para  que o acontecimento possa passar a não ser tida como cômica – que seria uma situação a qual haveria realmente um estado de humor, sendo este crítico, questionador e revelador – e sim ridícula – quando a pessoa não percebe que a atitude dela é tão ridícula que trava o riso, neste aspectos podemos situar publicações a qual revela uma tiração de sarro coletiva.

A população revoltada contra os algozes políticos, fazendo da situação uma violência indireta contra pessoas a qual são responsáveis pelo poder público e judicial, sendo a atitude contraditória, um circo de horrores, uma vez que os algozes  da vez  passam a ser aqueles que fazem o uso da rede social sem nenhuma intenção que não seja proliferar ódio. O fato de situações como está ser totalmente abjeta aponta para um aspecto que deve ser pensado, pois tira toda e qualquer potencialidade de discussão a aprofundamento da criticidade que todos buscam a todo momento, criando fragmentos que não tem força de modificação.

Os fato dos exemplos citados acima podem ser aplicados não só ao facebook, como a outras redes sociais, são causas de um costume enraizado na pós- modernidade, correlacionado a irracionalidade dos indivíduo  que não pensa sobre a forma a qual se relacionam com os mecanismos para comunicação, pois estes poderiam ser potencializados, saindo de assuntos estritos, exposição da vida pessoal e de opiniões pessoais, para um campo de carácter universal; não apenas trata de um problema a qual temos em relação ao excesso de informação, mas como podemos nos tornar verdadeiramente ativista em relação ao que surgi, e para isso devemos sermos mais cuidadosos com o que é recebido de informação, o que realmente vou propagar e em que vou tomar frente com uma atitude ativista.

 

[…] Com o espaço cibernético temos uma ferramenta de comunicação muito diferente da mídia clássica, porque é nesse espaço que todas as mensagens se tornam interativas, ganham uma plasticidade e têm uma possibilidade de metamorfose imediata. E aí, a partir do momento que se tem o acesso a isso, cada pessoa pode se tornar uma emissora, o que obviamente não é o caso de uma mídia como a imprensa ou a televisão. Então, daria para a gente fazer uma tipologia rápida dos dispositivos de comunicação onde há um tipo em que não há interatividade porque tem um centro emissor e uma multiplicidade de receptores. Esse primeiro dispositivo chama-se Um e Todo.
Uma outra versão é o tipo Um e Um, que não tem uma emergência do coletivo da comunicação, como é o caso do telefone. O espaço cibernético introduz o terceiro tipo, com um novo tipo de interação que a gente poderia chamar de Todos e Todos, que é a emergência de uma inteligência coletiva.
Fonte: Palestra realizada no Festival Usina de Arte e Cultura, promovido pela

 

O filosofo Pierre Levy fala do noção de ciberespaço e cibercultura, sendo o Cibercultura “o conjunto de técnicas materiais e intelectuais, de práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”; sendo o ciberespaço uma categoria nova da nossa atualidade, a qual é ampliado os fatores comunicativos de um e um, um e todos, e todos e todos; devido ao advento da tecnologia que possibilita a criação de costumes ao possibilitar a presença incorporal das pessoas em discussões, democratizando a forma de comunicação, é de essencial importância refletirmos na qualidade dessa comunicação em rede, pois tendo está uma relação cada mais estrita com a nossa realidade, podemos potencializar nossas ações diante do mundo, sendo a questão a qual fica abordada aqui, é de como podemos fazer com que as nossas conjunturas interativas possam possibilitar  o ativismo de transformação pessoal e social?

 

Referências:

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: 34, 1999.

TIBURIM, Marcia. O Ridículo Político. Rio de Janeiro: Editora Record, 2017.